27/04/2017

Aviso

O Museu Nacional de Arqueologia encerrará ao público amanhã, dia 28 de Abril, a partir das 14h30, para que os funcionários e amigos da Adília Antunes (Lita) possam participar nas cerimónias fúnebres.

A Direcção e toda a equipa do Museu expressam publicamente ao nosso colega e amigo Luís Antunes, e a toda a família, as mais sinceras condolências nesta hora tão difícil.

O Director do MNA

António Carvalho

Adiamento de inauguração de exposição

A inauguração da exposição "Maçcaras", que estava agendada para as 18h45m de hoje, dia 27 de abril, foi adiada para data a anunciar, pelo facto do falecimento da nossa querida colega e amiga Adília Antunes (a nossa Lita).

Agradecemos a todos a vossa compreensão.

Falecimento de Adília Antunes (a nossa Lita)




A equipa do Museu Nacional de Arqueologia cumpre a dolorosa missão de participar a todos a triste noticia do falecimento, ontem à noite, da nossa querida colega Adília Antunes (a nossa Lita), e prestar uma sentida homenagem a quem, desde Maio de 1982, se dedicou inteiramente à instituição, à equipa do Museu e à comunidade, com competência, empenho e total abnegação.

Testemunho unânime de todos é o facto da Lita ter sido uma excelente colega de trabalho para dezenas de funcionários e colaboradores que passaram por este Museu, assim como para os trabalhadores de diferentes organismos das várias tutelas da Administração Pública que com o Museu se relacionaram.

Deu apoio à Direcção do Museu desde que entrou ao serviço, tendo trabalhado diariamente com três Directores desta instituição, sempre com absoluta disponibilidade e lealdade.

Participou activamente ainda na dinâmica do Grupo de Amigos do Museu Nacional de Arqueologia, desde a sua criação em 1999.

A sua partida deixa-nos efectivamente mais pobres e dela teremos todos decerto para sempre muitas saudades.

Belém, 27 de Abril de 2017

A Equipa do Museu Nacional de Arqueologia

António Carvalho
Diretor

26/04/2017

Peça do mês de abril

O Museu Nacional de Arqueologia (MNA) possui um acervo de várias centenas de milhares de bens culturais. Provêm eles de intervenções arqueológicas programadas ou de achados fortuitos, mas também de aquisições. As peças foram incorporadas por iniciativa do próprio Museu ou por depósito e doação de investigadores e colecionadores. Às coleções portuguesas acrescentam-se ainda as estrangeiras, igualmente de períodos e regiões muito diversificadas. Todos os períodos cronológicos e culturais, desde a mais remota Pré-História até épocas recentes, relevando-se, neste caso, as peças etnográficas, estão representados no MNA. O MNA é ainda o museu português que possui no seu acervo a maior quantidade de bens culturais classificados como “tesouros nacionais”. Existe, pois, motivo constante para a redescoberta das coleções do Museu Nacional de Arqueologia e é esse o sentido da evocação que fazemos, em cada mês que passa, em diálogo com o diferente tipo de atividades que o mesmo desenvolve.


Peça(s) do mês de abril
Duas bilhas do Neolítico Antigo no MNA
E 5101; MNA 2005.200.1
Apresentado por Victor S. Gonçalves
Sábado, dia 29 de abril, às 15h30

© Arquivo de Documentação Fotográfica DGPC.MNA

O Neolítico antigo regista em todo o Próximo Oriente – e logo a seguir por todo o Mediterrâneo – um acontecimento artefactual de primeira grandeza, a descoberta e uso da cerâmica.
E, nas suas primeiras fases, a cerâmica é o suporte para uma decoração muito diversificada, impressa, incisa, pintada... Mas é também um extraordinário exercício de design e tratamento de formas, algumas delas adequadas a funções específicas.
Em Portugal, a descoberta que também tínhamos Neolítico antigo é relativamente tardia e deve-se certamente à intervenção de um dos maiores arqueólogos europeus, Jean Guilaine. O artigo que ele assina com Veiga Ferreira em 1970 é realmente o ponto de partida para uma série de escavações e análises de materiais arqueológicos sem precedentes. Historicamente, são as escavações em Sines de Carlos Tavares da Silva e Joaquina Soares que, ao serem publicadas, abrem os desertos que os trabalhos de Manuel Heleno tinham deixado nas trevas.
Já no nosso século, o estudo de materiais como os de Valada do Mato, Xarez 12, S. Pedro de Canaferrim, e vários outros lugares abriram novas perspetivas para a Península de Lisboa e para o Alentejo.
Entre as muitas formas cerâmicas identificadas, surgiu uma situação peculiar: um determinado vaso, em forma de bilha, decorada ou não, com asas verticais, que apresentava a particularidade de aparecer isolado, sem contextos diretos. O Museu Nacional de Arqueologia tem, pelo menos, dois vasos que entram nessa situação, um proveniente de Santarém e outro da Herdade do Monte da Vinha, Santiago do Cacém.
Ao estudar-se agora o grande vaso da mesma tipologia proveniente da Retorta (Loulé) fez-se uma revisão de esta realidade, registada desde Casével até ao Extremo Sul.


Chaves. Maiores termas romanas da Península Ibérica abrem em 2018

Um edifício de “dimensões monumentais” que ruiu após um sismo no século IV e ficou “congelado no tempo”, até ser descoberto 17 séculos depois, vai dar lugar ao primeiro museu termal romano de Portugal. 



Foto: Câmara Municipal de Chaves

Ler o artigo completo da página web da Rádio Renascença --->>> AQUI

24/04/2017

Festival Internacional da Máscara Ibérica

Inserida no âmbito do Festival Internacional da Máscara Ibérica, inaugura no Museu Nacional de Arqueologia, no próximo dia 27 de abril, pelas 18h45m, a exposição “Maçcaras”, com 12 pinturas em aguarela de Manuol Bandarra, e peças de artesanato de Carlos Ferreira, retratando máscaras e características figuras em admiráveis trabalhos que refletem o imaginário da tradição dos riruais com máscaras do nordeste transmontano.





Inauguração da exposição "Um Museu. Tantas Coleções!

A galeria nascente do Museu Nacional de Arqueologia foi pequena para acolher os muitos visitantes que acorreram para assistir à inauguração da exposição "Um Museu. Tantas Coleções!", inserida na «Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017, que ocorreu no passado sábado, dia 22 de abril.

Aqui ficam algumas fotos do evento.




























21/04/2017

Os novos telões do MNA

Já viu os novos telões do Museu Nacional de Arqueologia?

O da esquerda anuncia a nova exposição, a inaugurar amanhã, pelas 16:00.

Venha conhecê-la!





20/04/2017

Deus Anúbis surpreende visitantes

No Museu Nacional de Arqueologia andam Deuses à solta. O Deus Anúbis surpreendeu uma turma de uma escola do Vale da Amoreira, durante uma visita à exposição "Antiguidades Egípcias".











Notícia na RTP2 sobre as duas coleiras de escravos do MNA

Assista à reportagem exibida ontem no Jornal2, sobre as duas coleiras de escravos do Museu Nacional de Arqueologia, que serão exibidas a partir do próximo sábado a partir das 16:00 na exposição "Um Museu. Tantas coleções!", inserida na «Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017».

Para ver no vídeo entre os minutos 29m e 48s e 32m e 11s.

Loulé: Território, Memória e Identidade

Esteja atento, em breve inaugurará no Museu Nacinal de Arqueologia a exposição "Loulé: Território, Memória e Identidade".


Clique na imagem para ler

19/04/2017

Loulé: Território, Memória e Identidade num espaço maior

Sabia que a galeria que acolherá a exposição "Loulé: Território, Memória e Identidade" ficou maior? Com a remoção do gradil que se vê já no chão, a galeria ganhou uma maior dimensão.







Convite

Convite para a inauguração da exposição "Um Museu. Tantas Coleções", no Museu Nacional de Arqueologia, às 16h00, inserida na «Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017».




15/04/2017

Lembrando a Páscoa

Lembrando a Páscoa, época a que se associa a ideia de Renascer, recordamos que os óvulos eram frequentemente usados, simbolizando o nascimento, a fecundidade ou a força genésica primordial.
Por isso, na Antiga Roma, eram oferecidos a Ceres - a principal divindade que protegia a Natureza e a Agricultura e que ensinou aos homens a arte de cultivar a terra, de semear e de fazer a colheita dos cereais - por esta altura do ano, ovos, em agradecimento pela germinação dos cereais.

Os ovos simbolizavam assim a própria Vida, a Eternidade ou a Ressurreição, acabando por pertencer a um dos mais comuns motivos decorativos quer de bens de utilidade doméstica quer de elementos arquitectónicos, a exemplo de frisos; capitéis e cerâmicas.

Também os coelhos e lebres, representadas neste fragmento de Terra Sigillata, são a continuidade da ideia de regeneração da vida sob todas suas formas, sendo referidos por Plínio da seguinte forma: 
« ... Ao género das lebres pertencem também os animais a que na Hispania se chamam «cunuculi», de fecundidade inesgotável (...) Plínio, N.H., VIII, 217

Na fotografia: «bordo de taça de Terra Sigillata Sudgálica, tipo Dragendorff forma 37.




Apresenta uma linha de óvulos com lingueta. Em baixo segue-se uma linha ondulada, sob a qual se apresenta uma decoração difícil de determinar formada por motivos de árvores que alternam com figuras de animais: cabeça e membros superiores de uma lebre que salta para a direita e parte da juba, dorso e cauda de um leão que segue na mesma direcção. No topo das árvores encontram-se pequenas aves. (descrição a partir de C. Veigas, 2006)».

Proveniência:Torre d'Ares

12/04/2017

Visitas orientadas em língua castelhana

Sabia que o Museu Nacional de Arqueologia oferece visitas orientadas em língua castelhana? 

Visitas conduzidas por Diego Prada.




HandPas - Mãos do Passado

Dia 26 de abril de 2017 às 15h será exibido no Museu Nacional de Arqueologia o filme HandPas. 



Não perca. 

Entrada Livre!

11/04/2017

Montagem da Exposição “Loulé: Territórios. Memórias. Identidades”

O Dia 1!

Cortesia: Pedro Barros.




Turistas estrangeiros no MNA

Na Semana Santa o Museu Nacional de Arqueologia está cheio de visitantes, maioritariamente turistas estrangeiros. Nas fotos, a fila para adquirir ingressos.









Workshop em Dendro-Arqueologia

Está a decorrer no Museu Nacional de Arqueologia o Workshop em Dendro-Arqueologia, anteriormante anunciado nas páginas das redes sociais do MNA.











Simpósio Internacional "Museus: Investigação e Educação

Os participantes do Simpósio, puderam ainda assistir à Peça de Teatro “Portugal em Miúdos” baseada num livro de José Jorge Letria, interpretada pelo Foco Lunar







Simpósio Internacional "Museus: Investigação e Educação"

Terminou da melhor forma o Simpósio Internacional "Museus: Investigação e Educação. Após três dias de trabalhos, os participantes puderam assistir à conferência do Professor Joan Santacana Mestres, da Universidade de Barcelona, intitulada  "Duas museografias para a Arqueologia"