18/04/2018

Jóias, para que vos quero

A emissão do 13º episódio "Joias, para que vos quero?", Heranças e Tesouros, que teve na sua gravação a colaboração do MNA, e que foi emitido no Domingo dia 15/4 pelas 21h na RTP2, já pode ser visto na RTP Play.





Jóias, para que vos quero é uma série documental protagonizada por joalheiros, artistas, artesãos e designers que contribuem com as suas criações para uma história da joalharia portuguesa.

Assista AQUI ao episódio.

16/04/2018

Os braceletes reais dácios de Sarmizegetusa Regia

Na passada sexta-feira, dia 13 de abril, decorreu no MNA a conferência ”Os braceletes reais dácios de Sarmizegetusa Regia” pelo Professor Ernest Oberländer Târnoveanu, Diretor do Museu Nacional de História da Roménia.

A conferência foi precedida de uma visita à exposição "Ouro antigo. Do Mar Negro ao Oceano Atlântico", orientada pelo conferencista.





















54 grandes museus de Espanha

Encontra-se a decorrer neste site uma pesquisa para eleger on-line o mais votado entre 54 grandes museus de Espanha.

Recorda-se que o MNA é parceiro e amigo do Museo Nacional de Arte Romano (Mérida, Badajoz)


Água MNA/125

No ano em que comemora o 125º aniversário o MNA apresenta em parceria com a Serdial, a água MNA/125 anos numa edição limitada.




O MNA no site Tur4all



O MNA está presente no site Tur4all.

A TUR4all é um site e uma aplicação móvel com informação e divulgação da oferta turística acessível em Portugal.

O objetivo deste site e aplicação móvel é permitir que todas as pessoas com necessidades de acessibilidade possam viajar e desfrutar de experiências turísticas, participando em todas as atividades de lazer como qualquer outro turista.

Consulte o site AQUI

13/04/2018

UM ENCONTRO COM A ARTE PRÉ-HISTÓRICA

Decorreu ontem no MNA a inauguração da exposição "UM ENCONTRO COM A ARTE PRÉ-HISTÓRICA" da autoria Irène Dacunha.

A artista plástica suíça propõe um percurso livremente inspirado nesta arte parietal.











12/04/2018

Memórias Arqueológicas, marcas invisíveis de uma escavação

Momentos Kodak… 

Não perca, no dia 14 de Abril, 15h30, no Museu Nacional de Arqueologia, Belém.



«Memórias Arqueológicas, marcas invisíveis de uma escavação». 
Conversa com Ana Carvalho Dias, Ana Margarida Arruda, Isabel Inácio e Sónia Ferreira Pinto, moderada por Helena Catarino.

Evento integrado na exposição “Loulé: Territórios, Memórias, Identidades” e Dia Internacional dos Monumentos e Sítios. 

Museu Nacional de Arqueologia e Museu Municipal de Loulé

11/04/2018

Dia do Investigador do MNA

No dia 23 de Abril realiza-se a sexta edição do Dia do Investigador do Museu Nacional de Arqueologia. Neste ano em que se celebram 125 anos da criação do Museu, coincidentemente Ano Europeu do Património Cultural.

Este pioneiro projecto de divulgação de resultados na área de Arqueologia foi iniciado em 2013, e então inseriu-se no programa de comemorações do 120º aniversário do Museu. Resulta do contínuo processo de recenseamento científico e do desejável diálogo entre os investigadores, a equipa do museu e a comunidade científica e académica. Pelo seu interesse trata-se também de uma sessão aberta ao público.

Damos assim continuidade a uma iniciativa que conta com o contributo e a participação da comunidade científica que, de alguma maneira, se encontra a desenvolver trabalhos de investigação sobre as coleções do Museu Nacional de Arqueologia.







10/04/2018

Dedo com 90.000 anos traz nova luz sobre migrações do Homo sapiens



Um projeto liderado pelo Instituto Max Planck para a Ciência da História Humana descobriu o mais antigo fóssil humano datado fora da África.

Um dedo com 90.000 anos encontrado na Arábia Saudita leva cientistas do instituto alemão Max Planck a concluir que a dispersão dos humanos atuais a partir de África aconteceu mais cedo e foi mais longe do que se pensava.

O osso do dedo fossilizado foi descoberto no deserto de Nefud e o trabalho dos investigadores foi hoje publicado na revista científica Nature Ecology and Evolution, descrevendo o que significa o vestígio de Homo sapiens mais antigo já descoberto fora de África.

O osso foi encontrado junto de fósseis de outros animais e ferramentas de pedra, num local que hoje é deserto mas que deve ter sido um lago de água doce rodeado por vegetação.

Antes desta descoberta, considerava-se que a migração dos Homo sapiens para fora de África e em direção à Eurásia não tinha ido tão longe, ficando-se pelas florestas do Levante.

"Esta descoberta mostra conclusivamente pela primeira vez que os membros mais antigos da nossa espécie colonizaram uma região extensa do sudoeste asiático e não se limitaram ao Levante", afirmou Huw Groucutt, da Universidade de Oxford e do Instituto Max Planck para a Ciência da História Humana.