26/03/2018

5º Festival de Contos Indígenas

E foi assim o 5 festival de contos indígenas. O MNA agradece à CM Loulé, ao Museu Municipal de Loulé, à Escola Engenheiro Duarte Pacheco, aos Clubes de Arqueologia do Externato Frei Luis de Sousa, da Escola de Cacilhas Tejo , da Escola Superior de Educação Jean Piaget, e da Casa da Cultura de Loulé pela sua participação. Agradecemos ainda aos professores, auxiliares educativas, alunos, pais e encarregados de educação e demais comunidade educativa que tornaram possível esta iniciativa.


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5º Festival de Contos Indígenas

Domingo foi dia dos participantes ficarem a conhecer mais sobre o Património Cultural da Cidade de Loulé, numa visita guiada por técnicos do Museu Municipal de Loulé.



e até ao ano que vem, em Almada.

5º Festival de Contos Indígenas

No sábado foi dia de Festival de Contos Indígenas e de celebrarmos as mouras encantadas e os encantamentos do Algarve. Com este propósito fomos até Salir, terra de mouras encantadas, por excelência, e aí, no Polo Museológico, recordamos os nossos antepassados através dos vestígios que nos legaram. 

De volta a Loulé, foi tempo de ouvirmos muitas histórias e estórias de encantar no Convento de Santo António e, mais tarde, de visitarmos a cidade e (re)conhecer o seu património. Esta iniciativa, inserida no âmbito da exposição "LOULÉ. Territórios, Memórias, Identidades", contou com a participação de alunos da Rede Nacional de Clubes de Arqueologia. 

Imagens e texto: Publicação do Facebook do Museu Municipal de Loulé.



























5º Festival de Contos Indígenas

Decorreu em Loulé, entre os dias 23 e 25 do corrente mês de março de 2018, o 5º Festival de Contos Indígenas, que envolveu alunos dos Clubes de Arqueologia das Escolas Secundária de Cacilhas - Tejo, Agrupamento de Escolas Duarte Pacheco de Loulé, Externato Fei Luís de Sousa de Almada e da Escola Superior de Educação Jean Piajet de Almada e Casa da Cultura de Loulé.

Nas seguintes imagens o Clube de Arqueologia do Agrupamento de Escolas Duarte Pacheco de Loulé mostrou alguns dos seus trabalhos.






14/03/2018

Arqueologia na Toscana. Novas e excecionais descobertas na terra dos Etruscos

Ontem, dia 13 do correnet mês de março, o Professor Andrea Pessina proferiu a conferência "Arqueologia na Toscana. Novas e excecionais descobertas na terra dos Etruscos", ao fim da tarde no MNA.

A anteceder a conferência visitou a exposição "Ouro Antigo. Do Mar Negro ao Oceano Atlântico", acompanhado pela a Drª Luísa Violo, Directora do Instituto Italiano de Cultura, por Gelu Savonae, Subdireto do Instituto Cultural Romeno e de por António Carvalho, Diretor do Museu Nacional de Arqueologia.

Andrea Pessina é Sopraintendente Archeologia, Belle Arti e Paesaggio  para a área metropolitana de Florença e as províncias de Pistoia e Prato. Licenciado em Clássicas pela Universidade de Pisa e doutorado em Archeologia: insediamenti, economia e cultura presso naUniversità di Pisa e doutorado Preistoria e Protostoria, Storia e Archeologia del Mondo Antico, pela Università di Siena. Desempenhou os cargos de Soprintendente al Museo Nazionale d’Arte Orientale de Roma, Soprintendente per i Beni Archeologici da região Abruzzo, Soprintendente Archeologia da região Toscana. Foi docente nas universidades de Trento, Pisa, Insubria, Siena, Ferrara e Florença. Dirigiu escavações e investigação em Itália e participou em Missões arqueológicas no Omã, no Paquistão e no Chipre. Enquanto especialista da pré-história italiana, é autor de numerosas publicações académicas e, com o colega V. Tinè, do manual universitário Archeologia del Neolitico, (Carocci 2008). Foi curador de importantes exposições de carácter arqueológico, como "Settemila anni fa ... il primo pane. Ambienti e culture delle società neolitiche", Udine; “Donne, uomini e animali”, Roma 2001; “Civiltà dell’Argilla”, Roma 2002; “Luigi Maria Ugolini, an Italian archaeologist in Malta”, Malta. Foi organizador e promotor de congressos científicos de cariz internacional, como o International Congress of Egyptologists XI em Florença (2015); foi também coordenador científico e organizador de projetos de alta investigação dedicados à era neolítica em âmbito italiano. 















90 minutos de Mitologia

Esteja atento!
Em breve serão marcadas visitas sob o tema genérico «90 minutos de Mitologia» no MNA.



«Mas Alcítoe, a filha de Mínias, julga que não se deve aceitar os ritos mistéricos do deus, e continua a dizer, a temerária, que Baco não é filho de Júpiter,. E as suas irmãs partilham desta impiedade. Ora, o sacerdote ordenara que um festival fosse celebrado, e que as servas e s matronas, dispensadas dos seus afazeres, cobrissem o peito com peles de animais, soltassem do cabelo as fitas, e, de grinaldas na cabeça, tirsos frondosos empunhassem. Vaticinara ainda que a ira do deus, se ofendido, seria terrível. Obedecem matronas e jovens.
Pousam os teares e os cestos e os novelos deixados a meio, queimam incenso, invocam Baco: chamam-lhe Brómio, Lieu, Filho do fogo, Nascido duas vezes, Único a ter duas mães. A estes somam o nome de Niseu, o de Tioneu, de cabelo intonso,E, como o de Leneu, o de Plantador da videira festiva, e o de Nictélio e o de sei pai Eleleu, e de Iaco e de Évan, e todos os outros títulos sem conta que os povos da Grécia te conferem, ó Líber. Tu tens uma juventude inesgotável, tu és o menino eterno, tu és admirado nas alturas dos céus como o mais belo; tu, quando estás sem cornos, tens um rosto virginal. Tu conquistaste o Oriente até onde a Índia de tez morena é banhada pelo remotíssimo Ganges. Tu, ó venerável, aniquilaste os sacrílegos Penteu e Licurgo, este armado do machado de dois gumes, e lançaste ao mar os Tirrenos.
(...) Seguem-te Bacantes e Sátiros, e o velho ébrio, que sustém o corpo cambalente com bastão e nem se aguenta bem sobre a garupa encurvada de burrico. Por onde quer que vás, ressoam, com o clamor das jovens, os gritos das mulheres, e os pandeiros percurtidos pela palma das mãos, os côncavos bronzes e as longas flautas de buxo».

Ovídio, «Metamorfoses», Livro IV, Ed. Livros Cotovia, 2007.

Na fotografia: Busto de Dioniso em mármore
Século II d.C. 
Milreu, Faro.

Para melhor conhecer:

09/03/2018

Évora acolhe ​exposição com vestígios arqueológicos da aldeia submersa pelo Alqueva


Entre 1998 e 2003, um combinado de escavações arqueológicas, no âmbito do então “Plano de Minimização de Impactes Patrimoniais de Alqueva”, produziu um significativo espólio arqueológico da freguesia da Luz, a aldeia que foi desmantelada e submersa pelas águas da grande barragem.

Por essa altura, António Carlos Silva liderava parte dos trabalhos, numa operação inédita até à data. “Foi um privilégio acompanhar e coordenar, diretamente, os trabalhos durante seis anos, na zona de Alqueva”, confessa à Renascença, a propósito da exposição “Luz - Arqueologia nos novos caminhos da água” - uma parceria da EDIA, empresa que gere o Alqueva e do Museu da Luz com a Direção Regional de Cultura do Alentejo.

Para ler o resto da notícia clique  AQUI

Apresentação do livro "RECEITAS DE REIS E PESCADORES"

A Diretora-geral do Património Cultural, o Presidente da Câmara Municipal de Cascais, o Presidente da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, o Diretor do Museu Nacional de Arqueologia e a Editora Leya convidam V. Exa. para a apresentação do Livro 

RECEITAS DE REIS E PESCADORES
de Raquel Moreira e Cláudia Silva Mataloto
Apresentação por José Manuel Sobral



Museu Nacional de Arqueologia
21 de Março de 2018, pelas 18h00

A sessão contará com a presença de Sua Excelência a Secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Professora Doutora Fernanda Rollo.

Serão servidas algumas iguarias que integram o receituário publicado no livro e servido um “Carcavelos de Honra”.

Solicita-se confirmação da presença até ao dia 19 de Março gab.comunicacao@eshte.pt

08/03/2018

Mértola: Ministro da Cultura defende que a vila "merece" ser Património da Humanidade

Mértola foi incluída pela Comissão Nacional da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) na nova Lista Indicativa de Portugal à classificação de Património Mundial, a qual inclui 22 bens e é um "pré-requisito indispensável" para candidatura de bens a Património Mundial. 

O ministro demonstrou a disponibilidade e o interesse do Ministério da Cultura em apoiar "tudo o que se venha a fazer" para desenvolver e tornar "mais atrativa e interessante" a vila de Mértola, que considerou "um grande centro de história e de arqueologia". 



Ler a notícia completa AQUI

Introdução à cerâmica romana

De 2 a 6 de abril do ano corrente irá decorrer no MNA o Laboratório de Arqueologia1, sob o tema Loulé Romano, que constará de um Workshop livre de Introdução à Cerâmica Romana.

Este Laboratório destina-se a estudantes de arqueologia, estudantes do ensino secundário e público em geral e será coordenado por Rui Roberto de Almeida e Catarina Viegas.

Inscrições e informações
 Rui Roberto de Almeida

 rui.dealmeida@gmail.com







06/03/2018

Jornadas da Primavera do ICOM Portugal

Nas Jornadas da Primavera do ICOM Portugal, o projeto EULACMuseums  foi apresentado. 

Recorda-se que o MNA é um dos parceiros deste consórcio internacional que reúne universidades e museus europeus, das Caraíbas e da América Latina.









Dia Internacional do Optometrista

Hoje, dia 6 de março, é o Dia Internacional do Optometrista.

Nesta data recordamos a lápide funerária de Quintus Aponius Rusticus, médico oculista, cordovês, que esteve exposta "Lusitânia Romana, Origem de Dois Povos", exposição que esteve patente no MNA, de 25 de janeiro a 12 de junho de 2016.





Lápide funerária de Quintus Aponius Rusticus
Av. Juan Carlos I, nº 39, 41 e 43, Mérida
Segunda metade do século I d. C.
Museo Nacional de Arte Romano, Mérida

Dia Internacional da Mulher

O Dia Internacional da Mulher é comemorado anualmente a 8 de março.
Rememora-se assim as mulheres que lutaram pela Igualdade de direiros civis e políticos.

Aproveitaremos esta efeméride para lembrar as Mulheres ao longo da História, através das colecções ou exposições visitáveis no MNA.

Na fotografia: Cabeça feminina de mármore.
Cerro da Vila, Quarteira.
Museu e Estação Arqueológica Cerro da Vila
Actualmente em exposição, na mostra «Loulé, Territórios, Memórias, Identidades».



Loulé: Territórios, Memórias, Identidades

Sinta-se espelhado na exposição «Loulé: Territórios, Memórias e Identidades», Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa.

Na fotografia: Disco e cabo de espelho circular em bronze.
Época Romana. Séculos I-II d.C.
Cerro da Vila, Quarteira, Loulé.


Exposição “Loulé: Territórios, Memórias, Identidades” no Museu Nacional de Arqueologia já tem áudio-guias

A exposição “Loulé: Territórios, Memórias, Identidades”, patente no Museu Nacional de Arqueologia, situado no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, já pode ser visitada através do recurso a áudio-guias e a áudio-descrição. O visitante pode realizar uma visita autónoma, sem marcação de dia e hora através do recurso gratuito a aparelhos de áudio-guias.




De forma pioneira e inovadora em exposições temporárias, “Loulé: Territórios, Memórias e Identidades” é agora uma exposição áudio-descrita, uma ferramenta fundamental para públicos de baixa visão e cegos, mais um passo no caminho traçado no melhoramento das acessibilidades.




Leia AQUI a notícia completa



Arqueologia na Toscana

Não esqueça!

É já na próxima terça-feira, dia 13 de março, pelas 18h00, no MNA, que terá lugar a conferência "Arqueologia na Toscana. Novas e excecionais descobertas na terra dos Etruscos.", por Andrea Pessina.





Não perca!

02/03/2018

Apresentação de catálogo

Já a 15 de março, será lançado no MNA o catálogo da exposição Loulé, Territórios,Memórias,Identidades.

Sinta-se, desde já, convidado!


Marte no seu mês de Março

Volte sempre ao MNA e revisite as suas exposições!
Hoje lembramos Marte no seu mês de Março.

O primeiro calendário romano era um calendário lunar com dez meses, começando no equinócio da Primavera, implantado, ao que rezam as lendas,por Rómulo, o fundador de Roma, aproximadamente em 753 a.C.

Posteiormente alterado ao longo do tempo, passou a ter os doze meses que hoje conhecemos.



Na fotografia: Ara a Marte. I d.C. - II d.C. 
Torre de Palma, Monforte.

Para melhor conhecer, visite o MatrizNet

Boletim do mês de março



Já está disponível o Boletim do mês de março do Museu Nacional de Arqueologia.

Poderá ser consultado AQUI

As Naus de Verde Pinho



AS NAUS DE VERDE PINHO, texto da autoria de Manuel Alegre, conta a grandiosa viagem de Bartolomeu Dias pela Costa Africana, até dobrar o Cabo da Boa Esperança.

Foram sete dias e sete noites. Sete intermináveis dias assaltados por ventos, marés, monstros e demónios. Uma história feita por um Capitão audaz e uma frota abastecida de
coragem, determinação e esperança.

AS NAUS DE VERDE PINHO foi Prémio de Literatura Infantil António Botto, está inserido no Plano Nacional de Leitura e recomendado pelas Metas Curriculares de Português no 2.º Ciclo.

Sessões para Escolas - Terça a sexta às 10h30 e 14h30
Sessões Família - Domingos às 16h00

Reservas: reservas@focolunar.com
Telf: 916 762 706 / 931 764 975