02/03/2018

Boletim do mês de março



Já está disponível o Boletim do mês de março do Museu Nacional de Arqueologia.

Poderá ser consultado AQUI

As Naus de Verde Pinho



AS NAUS DE VERDE PINHO, texto da autoria de Manuel Alegre, conta a grandiosa viagem de Bartolomeu Dias pela Costa Africana, até dobrar o Cabo da Boa Esperança.

Foram sete dias e sete noites. Sete intermináveis dias assaltados por ventos, marés, monstros e demónios. Uma história feita por um Capitão audaz e uma frota abastecida de
coragem, determinação e esperança.

AS NAUS DE VERDE PINHO foi Prémio de Literatura Infantil António Botto, está inserido no Plano Nacional de Leitura e recomendado pelas Metas Curriculares de Português no 2.º Ciclo.

Sessões para Escolas - Terça a sexta às 10h30 e 14h30
Sessões Família - Domingos às 16h00

Reservas: reservas@focolunar.com
Telf: 916 762 706 / 931 764 975

Ouro Antigo. Do Mar Negro ao Oceano Atlântico na RTP

A reportagem na RTP da exposição temporária «Ouro Antigo. Do Mar Negro ao Oceano Atlântico», patente no Museu Nacional de Arqueologia, em poderá ser vista: 

AQUI, a partir do minuto 19:23

e continua

AQUI, a partir do minuto 13:26

Os séculos passam por Loulé

Os séculos passam por Loulé!

No MNA poderá conhecer a ocupação desse território, visitando a exposição «Loulé. Territórios, Memórias e Identidades».











28/02/2018

5º Festival de Contos Indígenas

Realizar-se-á em Loulé, no âmbito da exposição "LOULÉ. Territórios, Memórias, Identidaddes. nos próximos dias 23, 24 e 25 de março o 5º Festival de Contos Indígenas.
Convidam-se professores e alunos a participarem.

Por ser uma iniciativa em que a organização garante gratuitamente o transporte de ida e volta a partir de Lisboa, bem como o alojamento e refeições, existe um número limitado de inscrições.



27/02/2018

Um encontro com a arte pré-histórica

No Museu Nacional de Arqueologia estamos a preparar a exposição "Um encontro com a arte pré-histórica" da artista Suíça Irène Dacunha. Fique atento... em breve teremos novidades.



Primavera Musical Romena no MNA

Hoje, dia 27 de fevereiro, no Museu Nacional de Arqueologia, pelas 18h30m.



Arqueologia em Tavira: desvendando o passado



A exposição "Arqueologia em Tavira: desvendando o passado”, concebida e produzida pelo Museu Municipal de Tavira, dá a conhecer os resultados das escavações mais relevantes efectuadas nas duas últimas décadas em vários pontos da cidade. Os vestígios materiais revelados pela Arqueologia têm sido fundamentais para aprofundar o conhecimento sobre os “tavirenses antigos”. 

Para esta exposição foi fundamental o contributo de diversos investigadores que, para além dos dados e espólios arqueológicos, estudaram a documentação escrita, fotografias, gravuras e cartografia antiga de modo a permitir desvendar e reconstruir o(s) passado(s) desta cidade milenar.

A mostra é complementada por um pequeno filme e um conjunto de objectos que ilustram o consumo alimentar ao longo dos séculos.

A exposição estará patente no Núcleo Islâmico de 28 de Fevereiro de 2018 a 2 de Março de 2019.

19/02/2018

LTMI: Gente na exposição

Ao fim de 8 (oito) meses de exibição, a exposição "LOULÉ. Territórios, Memórias, Identidades" alcançou o registo de mais de 120 000 visitantes.

E você? Já veio Museu Nacional de Arqueologia visitar esta exposição?



Vídeo da autoria de Pedro Barros

14/02/2018

Aproveite o Dia dos Namorados e visite o Museu Nacional de Arqueologia

Aproveite o Dia dos Namorados e visite o Museu Nacional de Arqueologia para conhecer as divindades relacionadas com o amor, presentes na Exposição «Lusitânia dos Flávios» e aproveite para adquirir o seu catálogo.

Na fotografia:
Estatueta de Vénus.
Século II d.C..
Torre d'Ares.



Trata-se do «fragmento de uma estatueta de Vénus, reproduzindo o modelo helénico da Afrodite de Cnidos (do século IV a.C.), correspondente à representação do ventre e coxas de uma figura feminina que segura à frente um manto enrolado, no pulso esquerdo que nas costas cobre parcialmente as nádegas e cai lateralmente junto da coxa direita. Tapa com a mão esquerda a pubis. A fractura do tronco foi praticada superiormente ao umbigo, a perna esquerda foi cortada por baixo e a direita por cima dos joelhos repectivos. Pelo seu estilo, este exemplar insere-se no numerosíssimo grupo das Vénus que, imitando as peças gregas e helenísticas do século IV e III a.C., os copistas romanos reproduziram, de modo a satisfazer o gosto pela cultura e arte gregas, por parte de uma elite local».

Fotografia e comentário a partir de:

http://www.matriznet.dgpc.pt/MatrizNet/Objectos/ObjectosConsultar.aspx?IdReg=110237