04/11/2016

Novos folhetos do Museu Nacional de Arqueologia

Conheça os novos folhetos do Museu Nacional de Arqueologia, bilíngues, em português/inglês e francês/espanhol, já disponíveis nos balcões das receções do museu.









Congresso Europeu das Confrarias Enogastronómicas visita o MNA

O Programa Social do Congresso Europeu das Confrarias Enogastronómicas trouxe ao Museu Nacional de Arqueologia 260 participantes de diversas nacionalidades, que após terem sido recebidos pelo diretor partiram à descoberta das exposições do museu, acompanhados por técnicos do mesmo.















Lançamento de livro

No Museu Nacional de Arqueologia, a 11 de Novembro, terá lugar o lançamento do livro «Cáucaso», com apresentação de Luís Raposo.

Marque na sua agenda!



03/11/2016

Conhecer o 1 de dezembro de 1640

Este domingo, dia 6 de novembro, venha ao Museu Nacional de Arqueologia e não perca a oportunidade de saber mais sobre o dia 1 de dezembro de 1640, dia da restauração da independência de Portugal.

A entrada é livre.


02/11/2016

Trabalho de Alfonsa Horeng no Museu Nacional de Arqueologia

No passado dia 29 do mês de outubro, decorreu no Salão Nobre do Museu Nacional de Arqueologia a apresentação do trabalho da artesã e designer da Ilha de Flores, Indonésia, Alfonsa Horeng.

No evento, para além de António Carvalho, diretor do Museu Nacional de Arqueologia, esteve presente o Senhor Mulya Wirana, embaixador da República da Indonésia em Portugal.

Fotos: Associação Wellcome People&Arts

















31/10/2016

Ciclo de Conferências DIAITA: Scripta&Realia



24 e 25 de novembro de 2016, em Lisboa, iniciativa repartida por dois pólos culturais da cidade: Academia de Marinha e Museu Nacional de Arqueologia.

A participação é aberta a todos, bastando, para tal, a inscrição online no site do evento: 
http://diaitaproject.wixsite.com/ccdiaita

Acesso direto à ficha de inscrição:
http://diaitaproject.wixsite.com/ccdiaita/inscricoes-e-informacoes

28/10/2016

Teatro "Portugal por Miúdos"



No Museu Nacional de Arqueologia estreou, no final do mês de Setembro, um grande espectáculo de Teatro para as escolas, baseado numa das obras literárias de autor/escritor José Jorge Letria

PORTUGAL POR MIÚDOS

Estará em cena para Escolas e Famílias até Maio de 2017, sendo a entrada por aluno (Espectáculo + Museu Nacional de Arqueologia) de 6,50 Euros, para estabelecimentos de ensino com marcação prévia, e 8 Euros por pessoa, para famílias e grupos.

Recomendado pelo Plano Nacional de Leitura, o Portugal por Miúdos é aconselhado aos alunos do 1.º e 2.º Ciclo de Escolaridade. Recomendado ainda no estudo da História de Portugal dos 2º, 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade, «Portugal por Miúdos» apresenta uma retrospectiva histórica, divertida, que vai desde D. Afonso Henriques à Revolução dos Cravos, não esquecendo a Batalha de Alcácer-Quibir nem o Cabo das Tormentas.

«Portugal por Miúdos» conta aos mais novos os episódios marcantes da História de Portugal, num conjunto de versos ligeiros, alegres e cheios de ritmo. É uma viagem viva, divertida, cheia de movimento e de cor, recorrendo às potencialidades do Video Mapping.

Com três actores em palco, no espectáculo surgem vários cenários reais projectados em vídeo mapping, desenvolvidos para esta peça, dos diversos monumentos e lugares relevantes do nosso país: Castelo de Óbidos, Convento de Mafra, Abadia de Alcobaça, etc.

Acreditamos que aprender os factos da História de Portugal, com os olhos postos no futuro, pode ser muito importante no desenvolvimento e formação do jovem público!

Para mais informações
reservas@focolunar.com
916 762 706 | 961 785 599

Lembrando os nossos Mortos!



Em Roma, desde época arcaica, o culto dos mortos tinha um importante papel na religião doméstica. 
Havia a obrigação familiar de enterrar os defuntos e de lhes prestar culto não como indivíduos, mas como um grupo generalizado, sob o título de Dii Manes ou diui parentes (literalmente, “os Deuses Manes” ou “os ancestrais divinizados”). 
Os rituais funerários tinham como finalidade apaziguar a alma do defunto, exprimir a tristeza da família, publicitar a perda e o luto, e restaurar o equilíbrio instalado pela morte. 

Em casa, no lararium, eram honrados os antepassados mortos ou Manes.

Ao longo do ano, havia também ocasiões em que a família e os amigos comemoravam os mortos com festins sobre as sepulturas, a exemplo dos dias de aniversários dos mortos (dies natalis). 

Existiam também as festividades anuais dos mortos como as Parentalia , em Fevereiro, defendendo-se mesmo que a etimologia do mês de Fevereiro deriva do verbo latino februare, que significa expiar ou purificar, e as Lemuria, em Maio.
Era comum que os Romanos abastados deixassem por testamento importâncias avultadas, cujo juro (reditus, usura) permitia cobrir os gastos com as refeições cerimoniais (epulae) que deveriam ser compartilhadas entre os vivos e os mortos, incenso (tus), frutas (poma), flores de todos os tipos, particularmente violetas (violae) e rosas (rosae, escae rosalis).
Para homenagear o dia dos mortos, o Museu Nacional de Arqueologia lembra a existência desta urna cinerária decorada com aves e festões, aliás temas recorrentes na iconografia funerária, com uma inscrição: 
DIIS MANIBVS / P (ublio) . CLODIO IVVENI VIX (it) / ANNIS LXX (septuaginta) FECIT / P (ublius) . CLODIVS FORTVNATVS / PATRONO SVO BENEMERENTI

Recolha: Filomena Barata.

Bibliografia elementar: Festa das Lemuria: os mortos e a religiosidade na Roma Antiga REGINA MARIA DA CUNHA BUSTAMAN Disponível em: http://www.snh2011.anpuh.org/…/1312828923_ARQUIVO_ANPUH_201…


Convite



A Direção-Geral do Património Cultural e o Museu Nacional de Arqueologia em parceria com a Welcome People & Arts convidam V. Exª a conhecer o trabalho da artesã e designer da Ilha de Flores, Indonésia, Alfonsa Horeng, no próximo sábado dia 29 de Outubro às 18:00 no Salão Nobre do Museu Nacional de Arqueologia.

A artista tem apresentado, um pouco por todo o mundo, o seu trabalho e técnicas com grande sucesso, tendo recentemente estado na Consul'Art 2016 - Maison de l'Artisanat et des Metiers d'Art em Marselha. O seu trabalho consiste numa tecelagem com grande impacto estético e visual pela beleza dos seus padrões decorativos de expressão étnica, e pela qualidade da sua matéria prima - a seda - que garante à partida o sucesso da sua apresentação.

O evento será acompanho com música tradicional da Indonésia e uma mostra gastronómica.

Devido ao número limitado de lugares, pede-se a confirmação de presença até às 12h, do dia 28 de outubro, para o seguinte endereço: events@welcomepeopleandarts.org

26/10/2016

"Mar de Trigo", conferencia por Jean-Yves Blot

O texto, Brouillon Nostalgique do arqueólogo Jean-Yves Blot a ser editado brevemente, foi tema da conferência intitulada Mar de Trigo (em torno da função portuária: universo e legado de Maria Luísa Pinheiro Blot) que se realizou no passado dia 22 de Outubro no MNA. 

Numa brilhante intervenção Jean-Yves Blot deu voz á obra da arqueóloga Maria Luísa Pinheiro Blot sobre a problemática da arqueologia portuária em território português, investigação em cujo empenho e dedicação, tão bem nos soube dar a conhecer. 
Obra que teve também expressão no artigo que Maria Luísa Blot publicou no catálogo da exposição “O tempo resgatado ao Mar”, patente no Museu Nacional de Arqueologia, em 2014-15, com itinerância no Museu da Pedra em Cantanhede e ainda patente no Museu de Artes Decorativas de Viana do Castelo.

O tema arqueologia portuária, e num relembrar sobre a arqueóloga e do seu contributo para o conhecimento nesta área, será também em breve objecto de um Encontro a promover entre o MNA e Instituições universitárias. Abrir caminhos á investigação, desenvolver e difundir o conhecimento, é também um dos nossos propósitos.