No Museo Arqueológico Nacional de España (Madrid) está já em avançada preparação a receção à exposição Lusitania Romana - Origem de dois povos. Dia 24 de maio, teve lugar uma reunião entre as equipas dos três Museu Nacionais que integram o grupo de trabalho.
01/06/2016
Brevemente: Exposição Lusitânia Romana - Origem de dois povos em Madrid.
Conferência “O culto de Ísis no mundo romano”
Luís Manuel de Araújo, partindo da representação da deusa Ísis, que integra a exposição “Lusitânia Romana. Origem de dois povos” revela-nos como o mundo romano se apropriou e cultuou esta divindade Egípcia.
Sábado, 04 de junho de 2016 às17:00.
Entrada livre.
Festa da Arqueologia no Museu Arqueológico do Carmo
Irá decorrer no Museu Arqueológico do Carmo, entre os dias 4 e 5 de junho, a Festa da Arqueologia 2016.
Entrada livre.
O Museu Nacional de Arqueologia irá estar presente e desnvolverá quatro oficinas, conforme ilustrado na terceira imagem.
Clique nas imagens com o botão direito do rato para abrir num novo separador.
Habitantes da localidade de Nossa Senhora da Tourega, Évora, visitaram no passado dia 28 de maio o Museu Nacional de Arqueologia. Acompanhados pelo arqueólogo António Carlos Silva, apreciaram com particular interesse a Lápide funerária de Quintus Iulius Maximus, proveniente da Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Tourega e pertencente ao Museu de Évora.
Tradução da Inscrição:
Consagrado aos Deuses Manes. A Quintus Iulius Maximus, varão preclaro, questor da província da Sicília, tribuno da plebe, legado da província da Narbonense da Gália, pretor designado, de quarenta e oito anos. Calpurnia Sabina ao marido ótimo. A Quintus Iulius Clarus, jovem preclaro, quatuórviro encarregado das estradas, de vinte e um anos. A Quintus Iulius Nepotianus, jovem preclaro, quatuórviro encarregado das estradas, de vinte anos. Calpurnia Sabina e filhos.
Visita guiada pelo Professor Doutor Carlos Fabião
Visita guiada pelo Professor Doutor Carlos Fabião à exposição Lusitânia Romana - Origem de dois povos, patente no Museu Nacional de Arqueologia, no passado dia 28 de maio.
Photo Sketcher Paper no MNA
Sábado, dia 28 de maio, foi um dia com muitas atividades a decorrer no Museu Naciona de Arqueologia. Para além das já aqui noticiadas, o fotógrafo de arte José Pessoa e o sketcher Eduardo Salavisa animaram a atividade "Ver claramente visto", uma provocação visual que decorreu na exposição Lusitânia Romana - Origem de dois povos.
Visita guiada pela Dra. Filomena Barata
Decorreu no Museu Nacional de Arqueologia, no passado dia 28 de maio, a visita temática «As espécies animais e vegetais e a Mitologia», guiada pela Dra. Filomena Barata.
Esta visita pretendeu chamar a atenção para as peças expostas na Exposição «Lusitânia Romana», patente no Museu Nacional de Arqueologia, com representações animais e vegetalistas.
Visita de alunos de Mestrado em História Antiga
Alunos de Mestrado em História Antiga estiveram no Museu Nacional de Arqueologia, em visita guiada à exposição Antiguidades Egípcias.
A visita foi guiada pelo comissário científico da exposição, Professor Doutor Luís Araújo.
Visita guiada pelo diretor do MNA
No âmbito das Jornadas do GAMNA, que decorreram no Museu Nacional de Arqueolgia, no passado dia 28 de maio, o diretor do museu e co-comissário da exposição Lusitânia Romana - Origem de dois povos, fez uma visita guiada à referida exposição.
Veja aqui algumas fotos dessa visita.
24/05/2016
As espécies animais e vegetais e a Mitologia - Visita temática
28 de Maio, pelas 15h 30m
Pretende-se com esta visita temática, chamar a atenção para as peças expostas na Exposição «Lusitânia Romana», patente no Museu Nacional de Arqueologia, com representações animais e vegetalistas.
Através dessas representações tentaremos fazer a abordagem à Mitologia Romana, onde a relação com a Natureza é uma constante, pois, para os Romanos, não há Natureza, Divivindade e Humanidade separadas, fazendo todos eles parte de um TODO relacionável, ao ponto de haver divindades com representação meio-humana, meio animal, a exemplo do alado mensageiro dos deuses, Mercúrio, e outras que se transmutam mesmo em plantas ou animais.
Mas ainda encontramos estes elementos da fauna e flora como atributos de divindades, como é o caso da serpente do deus Esculápio, a águia do pai dos deuses, Zeus e ainda o galo, o animal do Tempo e da Luz, que se associa a Mercúrio, muitas vezes representado cavalgando um galo.
Lembraremos a Romã, um dos frutos cuja simbologia acompanha do o Mundo Mediterrânico, sendo já conhecida de sírios e fenícios, mas também de Hebreus, e que, na mitologia grega, passa a ser considerada um símbolo de fertilidade e, por isso a sua associação a Deméter, Afrodite, Atena.
Com Perséfone (a Proserpina romana), surge associada a um dos mais belos mitos que a Antiguidade conheceu, para representar as estações do ano.
Recordaremos também Vénus, cujo atributo era a rosa, que com ele se fazia representar, no mês que lhe era dedicado, Abril, ou «mensis veneris».
Por sua vez, Maia, uma antiga divindade itálica, filha de Fauno e esposa de Vulcano, era a deusa da Primavera, dando o nome ao mês de Maio, que lhe era consagrado.
No primeiro dia de Maio, o flâmine de Vulcano sacrificava-lhe uma porca grávida. Esta divindade era essencialmente venerada por mulheres sendo os homens excluídos do perímetro sagrado dos seus templos.
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