13/05/2016

Lusitânia Romana - Origem de dois povos

Até dia 12 de junho, últimos dias para visitar a exposição Lusitânia Romana - Origem de dois povos, patente no ‪‎Museu Nacional de Arqueologia‬.

A exposição reúne 210 bens culturais de grande interesse arqueológico, histórico e artístico, pertencentes a museus e instituições culturais – catorze instituições de Portugal e cinco de Espanha – de diferentes tipologias e tutelas, que dificilmente se voltarão a reunir.



11/05/2016

Cooperação do Museu Nacional de Arqueologia com instituições internacionais

Rita Peyroteo, arqueóloga e Luciana Simões, bióloga, investigadoras da Universidade de Upsala, Suécia, na continuação do projeto “Últimos caçadores/recolectores”, estudam as coleções antropológicas do Sado, escavadas por Manuel Heleno, nos anos 50/60, e procedem à recolha de ADN.










Adolescente canadiano descobre cidade dos maias desconhecida

William Gadoury, de Saint-Jean-de-Matha, na região de Lanaudière (Québec, Canadá), descobriu uma cidade maia desconhecida. O adolescente de 15 anos desenvolveu uma teoria que explica que esta civilização pré-colombiana escolhia a localização das suas cidades seguindo as constelações das estrelas, noticia o Le Journal de Montréal.

O estudante da Académie Antoine Manseau em Joliette analisou 22 constelações usadas pelos maias e a localização das estrelas dessas constelações no mapa correspondia à de 117 cidades daquela civilização. Até agora nenhum cientista tinha descoberta a correlação entre as estrelas e a localização das cidades maias. Mas o jovem não se ficou apenas pela descoberta desta correlação. William começou a analisar uma 23ª constelação usada pelos maias, que continha apenas três estrelas. A localização de duas dessas três correspondia à posição de duas cidades o que levou o jovem a considerar a existência da 118ª cidade maia, num local remoto e inacessível na Península de Yucatán, no México.

As análises realizadas às imagens recolhidas por satélites de diferentes agências espaciais confirmaram a existência de vestígios de uma pirâmide e trinta edifícios, precisamente no local identificado pelo jovem.

A descoberta de William Gadoury transformou-o na mais recente estrela da NASA, da Agência Espacial canadiana e da Agência Espacial japonesa e está prestes a ser publicada numa revista científica. A comprovação da teoria valeu-lhe também o primeiro prémio na Exposição de Ciência do Québec e foi convidado para uma apresentação na Agência Espacial do Canadá.




Notícia completa no jornal Observador
http://observador.pt/2016/05/09/adolescente-canadiano-descobre-cidade-dos-maias-desconhecida/

Mosaico do MNA num vídeo dum canal de cinema do youtube

Um dos painéis figurativos que compõem o Mosaico das Musas, mais propriamente o painel nº 9, Hércules Furioso, foi usado num vídeo do Youtube, que até esta data já tinha alcançado mais de 2 milhões de visualizações.

O painel aparece aos 6:49



Para obter mais informação sobre o painel aceda --->> AQUI ao Matriznet

Alteração da data da palestra "O culto de Ísis no mundo romano"

Informamos que a palestra "O culto de Ísis no mundo romano", por Luís Manuel de Araújo, que teria lugar dia 19 de maio às 18h30, foi alterada para 4 de junho às 15h30.



10/05/2016

Apresentação do livro intitulado José Leite de Vasconcelos (1858-1941). Peregrino do Saber

A iniciativa terá lugar na Biblioteca da Assembleia da República, dia 19 de maio de 2016, pelas 18h00.

Neste livro publicam-se as conferências realizadas no âmbito do ciclo promovido pelo Museu Nacional de Arqueologia e Assembleia da República no primeiro trimestre de 2014.

Participam no volume: Pedro Roseta, Guilherme d’Oliveira Martins, Simonetta Luz Afonso, Luís Raposo, Carlos Fabião, Santiago Macias, João Leal, João Medina, Luiz Fagundes Duarte, António Valdemar e José Cardim Ribeiro.

A apresentação do livro ficará a cargo do Professor Doutor Fernando Rosas, do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Lembramos a necessidade do nome do interessado em participar na sessão ter que estar previamente registado na entrada da Assembleia da República para poder ter livre acesso à Biblioteca. Daí a necessidade de confirmação antecipada.



Múmia egípcia de mulher com tatuagens

A maioria das tatuagens que foram encontrados em múmias egípcias são padrões de pontos ou traços, mas de acordo com um relatório na revista Nature, a bioarqueóloga Anne Austin, da Universidade de Stanford, Califórnia, descobriu tatuagens que representam objetos reais numa mulher mumificada de 3.000 anos de idade, de Deir el-Medina, aldeia do Antigo Egipto onde residiam os artesãos que construíram os templos e os túmulos dos faraós e de outros dignitários no Vale dos Reis durante a época do Império Novo.

Usando iluminação de infravermelhos e um sensor infravermelho, Austin e sua equipa sinalizou mais de 30 tatuagens na múmia da mulher. Muitas das imagens incluem flores de lótus nos quadris da mulher, vacas no braço, babuínos no pescoço e Udjats no pescoço, ombros e costas. 

"De qualquer ângulo que se olhe para esta mulher, vê-se um par de olhos divinos olhando pra nós", disse Austin. Algumas das imagens são mais desbotadas que outras, e pensa-se terem sido aplicadas com a mulher envelhecida.



Notícia original de Archaeological Institute of America

Atelier de talhe

No passado fim de semana, o arqueólogo Pedro Cura esteve no ‪‎Museu Nacional de Arqueologia‬ a demonstrar "Como é que os homens dos tempos Pré-Históricos faziam os seus instrumentos", através de um atelier de talhe.

Recorde-se que esta atividade foi inspirada no biface, peça exposta na exposição "A Europa Através dos Nossos Objetos", exposiçaõ no âmbito do Projeto EMEE, EuroVision Museums Exhibiting Europe.



























Desafio a funcionários do MNA

A equipa EMEE - EuroVision Museums Exhibiting Europe do ‪Museu Nacional de Arqueologia‬ desafiou os funcionários do Serviço de Receção e Vigilância do museu a “revisitarem” as exposições e a escolherem o(s) objeto(s) que na sua opinião melhor representem perspetivas – ou referências – europeias, trans-regionais ou interculturais.

O Serviço de Receção e Vigilância está na linha da frente no contacto diário com os visitantes e das suas reações perante os espaços expositivos.

Os funcionários que responderam ao desafio dividiram-se em 5 grupos e, após a “revisita”, escolheram o(s) objeto(s), recolheram informação a partir da informação disponível, e explicaram aos outros grupos a sua escolha e de que forma a Europa podia ser entendida, a partir do objeto escolhido.















Passatempo de fotografia «Num Instante...o Património!» - de 9 de maio a 12 de junho


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