19/02/2016

Convite para inauguração da exposição 'A Europa através dos nossos objetos'

A Diretora-Geral do Património Cultural e o Diretor do Museu Nacional de Arqueologia convidam para a inauguração da exposição

A Europa através dos nossos objetos

Realizada no âmbito do EuroVision Lab. do projeto europeu 'Eurovision - Museums Exhibiting Europe' (EMEE), que terá lugar no Museu Nacional de Arqueologia, no dia 22 de fevereiro de 2016, pelas 18:00.

Dignam-se estar presentes o Presidente do ICOM International, o Prof. Doutor Hans Martin Hinz, e a Coordenadora do projeto 'Eurovision - Museums Exhibiting Europe' (EMEE), a Prof. Doutora Susanne Popp.



03/02/2016

Convite



A Diretora-Geral do Património Cultural. o Embaixador da República Árabe do Egito, o Diretor do Museu nacional de Arqueologia em cooperação com a ACAPE - Associação Cultural de Amizade Portugal-Egito e o Instituto Oriental da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa têm a honra de convidar V. Exa. para a sessão com o Professor Doutor José das Candeias Sales

Heracleion - Swallowed by the Sea: Ancient Egypt's greatest lost city, que se realiza hoje, dia 3 de fevereiro, às 18h00, no Museu Nacional de Arqueologia.

29/01/2016

Arqueologia e História na Era Digital - 1 de Fevereiro

 Carregue nas imagens para ampliar

Realiza-se no dia 1 de Fevereiro o Seminário Internacional Arqueologia e História na Era Digital. Entrada Livre! Participe!

28/01/2016

O Arquivo Leisner e os Arquivos Históricos da Arqueologia Portuguesa - Workshop e Exposição



No âmbito do encontro «O Arquivo Leisner e os Arquivos Históricos da Arqueologia Portuguesa», agendado para o próximo dia 4 de Fevereiro, será inaugurada uma exposição documental que apresenta o Arquivo Leisner em interligação com outros acervos documentais / instituições:

- Deutsches Archäologisches Institut - DAI; 
- Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa;
- Laboratório Nacional de Energia e Geologia (Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia);
- Museu de História Natural e da Ciência (Universidade do Porto);
- Museu Municipal Santos Rocha (Câmara Municipal da Figueira da Foz);
- Museu Municipal Leonel Trindade (Câmara Municipal de Torres Vedras);
- Museu Regional de Beja - Museu Rainha D. Leonor (Câmara Municipal de Beja);
- Museu Nacional de Arqueologia (Direcção Geral do Património Cultural);
- Sociedade Martins Sarmento.

A exposição documental ficará patente na Faculdade de Letras de Lisboa de 4 de Fevereiro e 15 de Março. Prevê-se a posterior itinerância junto das instituições parceiras.

Partindo do caso do Arquivo Leisner, o encontro e a exposição pretendem estimular as leituras interdisciplinares e as relações entre as distintas organizações com património arquivístico relacionado com a Arqueologia.

Este evento será realizado no dia de aniversário de Vera Leisner, 4 de Fevereiro, decorrendo na Faculdade de Letras de Lisboa, sob organização da UNIARQ (Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa), com a co-organização da Direcção Geral do Património Cultural e colaboração da delegação de Madrid do Instituto Arqueológico Alemão.

Para mais informações (programa e inscrições):
http://www.uniarq.net/workshop-leisner.html

14/01/2016

Lusitânia Romana - Origem de dois povos

A Diretora-Geral do Património Cultural e o Diretor do Museu Nacional de Arqueologia convidam para a inauguração da exposição que terá lugar no Museu Nacional de Arqueologia no dia 25 de janeiro de 2016, elas 17h.



Dignam-se estar presentes S. Exas. o Ministro da Cultura de Portugal, o Secretário de Estado da Cultura de Espanha e a Secretária Geral da Cultura da Junta da Extremadura.

13/01/2016

Peça do mês de janeiro

O Museu Nacional de Arqueologia (MNA) possui um acervo de muitos milhares, na verdade centenas de milhares, de objetos. Provêm eles de intervenções arqueológicas programadas ou de achados fortuitos, mas também de aquisições, tendo sido incorporados por iniciativa do próprio Museu ou por depósito ou por doação de investigadores e colecionadores.

Todos os períodos cronológicos e culturais, e também todos os tipos de peças, desde a mais remota Pré-História até épocas recentes, neste caso com relevo para as peças etnográficas, estão representados no MNA. Às coleções portuguesas acrescentam-se as estrangeiras, igualmente de períodos e regiões muito diversificadas.

O MNA é ainda o museu português que possui no seu acervo a maior quantidade de bens culturais classificados como “tesouros nacionais”.

Existe, pois, sempre motivo de descoberta nas coleções do Museu Nacional de Arqueologia e é esse o sentido da evocação que fazemos, em cada mês que passa.





PEÇA DO MÊS COMENTADA
30 de janeiro de  2016, às 15h:30
A apresentar por Carlos Fabião

O CONJUNTO ANFÓRICO
DA
LUSITÂNIA ROMANA, ORIGEM DE DOIS POVOS


Quando falamos de Roma, romanos e romanização, costumamos pensar numa relação desigual em que Roma impõe e traz. Quando olhamos para muitos dos artefactos de época romana, pensamos de onde veio, quando chegou.

Contudo, a inserção da Lusitânia no Império Romano foi um processo complexo de interação, onde o ocidente peninsular não desempenhou somente o papel de passivo recetor. Nada como uma pequena amostra dos contentores de transporte de alimentos de fabrico lusitano, que levaram os artigos locais às mais desvairadas paragens do mundo romano, para suscitar um pequeno diálogo sobre o rico e complexo processo de integração da Lusitânia no Império Romano.

04/01/2016

Concerto de Reis 2016

No próximo dia 10 de janeiro de 2016 realiza-se no Museu Nacional de Arqueologia um Concerto de Reis, com a participação do Coro da Associação de Amigos da Escola de Música do Conservatório Nacional, dirigido por Luís Lopes Cardoso. Atuarão igualmente alunos da Escola de Música do Conservatório Nacional que interpretarão obras de música de câmara.





A entrada é livre, condicionada ao número limite de lugares disponíveis.

15/12/2015

Boas Festas

O Museu Nacional de Arqueologia deseja a todos os seus amigos, colaboradores e visitantes, Boas Festas e Feliz Ano Novo.


10/12/2015

Foz do Enxarrique, em Vila Velha de Ródão, recebe menção honrosa no VI Prémio Ibero-Americano de Educação e Museus

Acabam de ser divulgados os resultados da 6ª edição do Prémio Ibero-Americano de Educação e Museus, que envolve a totalidade dos países das respetivas regiões. Entre as quase centena e meia de candidaturas recebidas, o projeto de Museologia e Educação no sítio arqueológico da Foz do Enxarrique / Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão (CMVVR) (Portugal) constituiu a única menção honrosa portuguesa, tendo também sido o único da categoria 1 (projetos em execução) premiado no continente, já que os outros premiados portugueses foram o Museu Carlos Machado, dos Açores (categoria 1), com um 2º lugar, e o Centro de Ciência Viva de Estremoz (categoria 2, projetos executados), com um 3º lugar.

Está, pois, de parabéns os consórcio estabelecido entre a Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão, o Museu Nacional de Arqueologia e o Centro Português de Geo-História e Pré-História, no âmbito do qual se estabeleceu também um protocolo para a criação no local de uma “Escola Internacional de Arqueologia”.

Está, finalmente, de parabéns a equipa técnica envolvida: coordenação científica geral – Luís Raposo (MNA); coordenação administrativa – Jorge Gouveia (CMVVR); Museologia – Luís Raposo (MNA); Arqueologia – Luís Raposo (MNA), Silvério Figueiredo (IPT e CPGP) e Sofia Ferreira (CPGP); Arquitetura – Mário Benjamim (MB-Arquitectos); Estabilidade – Pedro Barata (Wplb Consult – Projetos de Engenharia e Consultoria, Lda.); Eletricidade – Ângelo Caetano (Rediprotel); Arquitetura Paisagística – José Manuel Pires (CMVVR); Comunicação – Arlinda Fortes (CPGP); Ilustração – Marcos Oliveira.


Créditos Margarida Salvador

Créditos Margarida Salvador

Créditos Margarida Salvador

Créditos Margarida Salvador

Créditos Margarida Salvador

Créditos J.M.Pires







01/12/2015

Conferência "O lápis-lazúli no Antigo Egito"

Conferência

5 de Dezembro, 15 horas

O lápis-lazúli no Antigo Egito

Thomas Greiner




Os antigos Egípcios apreciavam muito a bela cor do lápis-lazúli, usando-o como elemento decorativo na sua joalharia, como bem testemunham as magníficas joias que chegaram até nós.

O problema é que este tão desejado mineral não existia no Egito, tendo que percorrer grandes distâncias desde o Afeganistão até chegar à terra dos faraós.

O Doutor Thomas Greiner evocará a importância do lápis-lazúli para os antigos Egípcios e o seu significado decorativo e profilático.


Pendente em forma de cabeça hathorica. Ouro e lápis-lazúli
Sepultura do príncipe Sheshonq
Terceiro Período Intermediário
© Museu Egípcio do Cairo, Araldo De Luca

Entrada livre. Salão Nobre do Museu Nacional de Arqueologia