21/05/2014

3ª Sessão do Ciclo de Recitais da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras





Realiza-se no Museu Nacional de Arqueologia, no próximo dia 25 de Maio, pelas 17h, a 3ª sessão do Ciclo de Recitais da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras.

Nesta sessão serão executadas obras de António Vivaldi, Carlos Paredes e António Eustáquio, com o seguinte programa:

ANTONIO VIVALDI

Concerto em Ré Maior

CARLOS PAREDES

Canto de Amor
Canto de Embalar
Dança Palaciana
Verdes Anos
Dança dos Camponeses

ANTÓNIO EUSTÁQUIO

Suite das Folhas


O recital contará com os solistas da Orquestra António Eustáquio na guitarra portuguesa, David Ascensão e Gergana Bencheva no violino, Jean Aroutiounian na viola e Tiago Ribeiro no violoncelo.



António Eustáquio - Guitarra Portuguesa

António Eustáquio nasceu em Portalegre. É licenciado em guitarra portuguesa pela ESART. Frequentou o Conservatório Regional de Castelo Branco, onde estudou Educação Musical, Piano, Composição, Hisyória da Música e Acústica.
Estudou em Paris Música Antiga com Henri Agnel e um ano depois ingressou no serviço militar onde integrou a Orquestra Ligeira do exército. Integrou a Orquestra da Felicidade, participando em diversos programas televisivos e em concertos por todo o país. Estudou guitarra na Academia de Amadores de Música em Lisboa. Participou num Seminário sobre música Jazz, com John Abercrombie, organizado pelo Hot Clube de Portugal.
Fundou o Conservatório Regional de Música de Portalegre, no qual exerceu mais tarde o cargo de Presidente da Direcção. Dirigiu a Orquestra desta escola. Fez parte do projecto "Lendas e Romances". Com este projecto deslocou-se ao Canadá (Toronto) onde realizou três espectáculos e participou na gravação de um CD. É Membro fundador do "Quarteto do Sol", com o qual gravou um CD a convite da editora "Numérica" e fundou o quarteto "Sons do Tempo" - quarteto com guitarra portuguesa. Compôs para esta formação uma obra intitulada "Suite das Folhas". Realizou com este quarteto inúmeros concertos, dos quais se destacam os concertos de encerramento da EXPO 98 dedicado a Carlos Paredes e um concerto integrado no Festival WOMAD em Espanha (Cáceres). Gravou também um disco com esta formação.
Trabalhou com o grupo irlandês Riverdanse no espectáculo televisivo Globos d'Ouro, da SIC, onde apresentou uma fusão musical entre a guitarra portuguesa e a música irlandesa. Organisou o 1º Festival de Guitarra Portuguesa em Portalegre, onde actou com o quarteto "Sons do Tempo". Fundou a Camerata Lusitana, conjunto instrumental que propõe a utilização da guitarra portuguesa na execução de repertório de música do período barroco com a qual gravou 2 CD (Vivaldi em guitarra portuguesa e Bach em guitarra portuguesa).
Presentemente executa um novo instrumento português - o Guitolão, que teve origem numa sugestão que Carlos Paredes apresentou ao construtor Gilberto Grácio e que este concretizou passados alguns anos. Com este instrumento gravou um DVD integrado num suporte promocional da Vila de Marvão, em conjunto com o quarteto Ibero-americano.
Actuou num Festival de Música na Córsega, a convite da Orquestra Metropolitana de Lisboa. Com o Guitolão, integra um duo com o contrabaixista Carlos Barreto. Com esta formaçãoactuou na República da moldávia, integrado no Festival Etno-Jazz 2006.
Gravou um CD com o Quarteto Ibero-americano, intitulado - Guitolão.
Participou,com um quarteto da Orquestra Metropolitana de Lisboa no Festival de Música Mediterrânica., na Córsega.
Actuou no Festival de Música da Bulgária, em dois concertos, com um quarteto da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras. Realizou dois concertos em Zaragoça com a orquestra dessa cidade e com o contrabaixista Carlos Barreto.
Integrou o projecto IN-Canto com Luísa Amaro com o qual gravou, em guitolão, um CD intitulado - Mediterrânios.
Fundou um grupo intitulado "Guitolão World Project", constituído por Guitolão, Cajón, Sax, Soprano e Contrabaixo. Realizou, com esta formação, vários concertos.
É professor do Quadro de Nomeação Definitiva de Educação Musical na escola Garcia d'Orta em castelo de Vide.




David Ascensão - Violino


David nasceu em 1984. Licenciou-se na escola Superior de Música de Lisboa e como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian prosseguiu os seus estudos na Lithuanian Academy of Music and Theatre onde obteve, com classificação máxima, o "Master Artistic Perfomance Diploma" em violino.
Foi laureado do PJM/Antena 2 com o 2º prémio em Violino e com o 1º prémio a Música de Câmara com o Quarteto Blanc. Com o apoio da Fundação GDA o Quarteto gravou o seu primeiro CD, e apresentou-se em vários Festivais nacionais.
Colabora regularmente com a Orquestra Gulbenkian e com o L'Ensemble Béziers Musikè dirigido pelo pianista e maestro Jean Bernard Pommier. Foi membro da Nordwestdeutsche Philharmonie e é membro fundador da Camerata Alma Mater, dirigida pelo maestro Pedro Neves.
Desde Setembro de 2013 intergra a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras como violinista.




Gergana Bencheva - Violino

Nasceu em Sófia (Bulgária). Estudou na Escola Nacional de Música, em Sófia, com a Profª. Julia Anguelova. Enquanto estudante, gravou para a Rádio Televisão Nacional Búlgara. Em 1997 recebeu prémios no concurso nacional de música alemã e austríaca e no concurso "Jovens Talentos".
Licenciou-se na Academai Nacinal de Música de Sófia, na classe de violino da Profª Ginka Gichkova. Actuou como solista em várias orquestras búlgaras.
Participou nas master-classes com I. Neaman, M. Frishenshlager, A. Kiss, E. Kamirov. M. Minchev, M. Lapshansky. Foi concertino da New Somphony Orchestra, na Bulgária, e da Junge Europa Philarmony, na Alemanha.
É música efectiva da orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e professora de violino no Conservatório de Música de Cascais.





Jean Aroutiounian - Viola

Nasceu na Arménia. Começou o estudo de violino com 5 anos de idade com o seu pai, Prof. Gareguin Aroutiounian, dando o seu primeiro recital com 7 anos. Aos 8 anos de idade ganhou o 1º prémio no concurso Jovens talentos da Arménia e com 9 anos o Concurso Jovens Intérpretes, estudando na classe do conceituado professor Villi Mokatsian, na Escola Profissional de Tchaikovsky.
Ao longo do seu percurso como aluno, estudou regularmente com os professores Zakhar Bron (Escola Superior Reina Sofía), Boris Belkin (Conservatório Maastricht), Maxim Vengerov (Music School Lubeck), Rudolf Barshai e Itamar Golan.
Colabora frequentemente em concertos e gravações com músicos portugueses, tais como: Mário Laginha, Mariza, Carlos do Carmo, Camané, Tito Paris, entre outros. É um dos fundadores do Projecto Orquestra Geração, da Associação Muzart, professor na Academia de Amadores de Música, membro do Ad-Hoc String Quartet.
Desde Setembro de 2013 integra a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras como violetista.




Tiago Ribeiro - Violoncelo

Nasceu em Lisboa em 1977. Aos seis anos iniciou os seus estudos musicais com seu pai, ingressando mais tarde na classe do Prof. Celso de Carvalho na Academia de Música de Santa cecília, onde concluíu o 5º grau.
Estudou, ainda, com o Prof. Levon Mouradian. Prosseguiu os seus estudos com o Prof. Luís Sá Pessoa, concluíndo o Curso Complementar de Violoncelo.
Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Licenciado pela Escola Superior de Música de Lisboa, onde estudou com a Profª. Célia Vital.
Participou nos CD de Constança Capdeville e de Christopher Bochmann. frequentou também master classes com o Prof. M. Carneiro, Cl. Vital, J. Knight e B. Broudie.
Colaborou com a Orquestra Gulbenkian, orquestra Metropolitana de lisboa, a Orquestra de Câmara de Braga, a Orquestra Clássica do Algarve e a Orquestra Sinfonieta de Lisboa como músico convidado. É músico efectivo da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e professor no Conservatório de Música de Cascais.




15/05/2014

Peça do mês de Maio

O Museu Nacional de Arqueologia (MNA) possui um acervo de muitos milhares, na verdade centenas de milhares, de objectos. Provêm eles de intervenções arqueológicas programadas ou de achados fortuitos, tendo sido incorporados por iniciativa do próprio Museu ou por depósito ou por doação de investigadores e coleccionadores. 

Todos os períodos cronológicos e culturais, e também todos os tipos de peças, desde a mais remota Pré-História até épocas recentes, neste caso com relevo para as peças etnográficas, estão representados no MNA. Às colecções portuguesas acrescentam-se as estrangeiras, igualmente de períodos e regiões muito diversificadas.

O MNA é ainda o museu português que possui no seu acervo a maior quantidade de peças classificadas como “tesouros nacionais”. 

Existe, pois, sempre motivo de descoberta nas colecções do Museu Nacional de Arqueologia e é esse o sentido da evocação que fazemos, em cada mês que passa.


A PEÇA DO MÊS COMENTADA

Pátera da Lameira Larga nº inv. AU 690

A apresentar por Carlos Fabião 1, em 17 de Maio de 20174, às 15h



Pátera de prata, com aplicações a ouro, de decoração figurativa repuxada, procedente da sepultura romana da Lameira Larga (Penamacor). 

A pátera pertence a um conjunto sepulcral datado dos fins do séc. I ou inícios do II d.C. encontrado ocasionalmente em 1907, no lugar de Lameira Larga, Aldeia do Bispo, Penamacor. 

A imagem apresenta o grande feito do herói grego Perseu: “o mais valente dos homens” (Ilíada, Canto XIV, 320). O herói decapitou, com a sua espada de bronze (harpé), a terrível Medusa, a única das três Gorgonas que era mortal. Nos pés apresenta as sandálias aladas, que lhe permitiram voar sobre o Oceano ao encontro da caverna das Gorgonas. Acompanha-o (e guia-o) Hermes, que ergue o manto que o tornava invisível e lhe permitiria fugir da fúria das imortais irmãs de Medusa. Para evitar o terrível olhar petrificante de Medusa, Perseu socorre-se de um estratagema. Com o auxílio de Atena, que ergue o seu escudo polido, servindo de espelho, Perseu pôde decapitar Medusa sem a encarar. 

A pátera apresenta alguns dos elementos da narrativa de Perseu, mostrando o momento em que Medusa já está decapitada, mas a sua cabeça não está ainda nas mãos do herói, que estende o braço na sua direcção: ou seja, o acto está em curso, não está ainda concluído. Trata-se, por isso, de uma raríssima representação desta narrativa (à época, era mais popular a imagem de Perseu triunfante, apresentado só, de espada na mão, em pose hierática erguendo a cabeça de Medusa). Neste caso, a representação do acto em curso, com muitos dos seus actores, confere a esta pátera um magnífico poder narrativo. 

Em época romana, estas narrativas dos feitos dos heróis gregos serviam de “histórias de proveito e exemplo” na educação dos jovens. Será provavelmente esta a razão que levou um habitante da Lusitânia a adquirir e conservar esta pátera de decoração figurativa, que acabou no interior da sua sepultura. 

Esta magnífica obra, realizada há quase dois mil anos, condensando uma narrativa heróica que lhe é pelo menos mil anos anterior, constitui eloquente exemplo de uma das matrizes culturais do Ocidente, e um inestimável tesouro da Arqueologia portuguesa.

1 Centro de Arqueologia (Uniarq) da Universidade de Lisboa. 1600-214 LISBOA.

Mina de S. Domingos: um campo de intervenção arqueológica, um conjunto a valorizar



O trabalho nas minas constitui em todos os tempos e em todas as latitudes uma das mais penosas ocupações sociais e, por isso mesmo, uma das que cria maiores laços entre as comunidades e os seus patrimónios. Debaixo do mote “as colecções fazem conexões”, que o ICOM nos propõe para o Dia Internacional do Museus de 2014, vamos observar o património mineiro a partir do exemplo paradigmático da Mina de S. Domingo, sendo guiados por Jorge Custódio, um dos fundadores dos campos do património e da arqueologia industrial em Portugal. Na ocasião será apresentado e vendido com preço especial o livro do mesmo autor intitulado Mina de S. Domingos, Território, História e Património Mineiro”, editado pelo SOCIUS – Centro de Investigação em Sociologia Económica e das Organizações e pelo Projeto REHMINE – Contribuição da Responsabilidade Social das Empresas para o Desenvolvimento Sustentável, ambos do Instituto Superior de Economia e Gestão, de Lisboa.

19 de Maio de 2014, 18h00

Museu Nacional de Arqueologia
Salão Nobre
Entrada livre

14/05/2014

13/05/2014

Inauguração da exposição-dossiê e lançamento do roteiro

Clique na imagem para ver melhor

O Diretor-Geral do Património Cultural
o Diretor do Museu Nacional de Arqueologia
o Presidente da Câmara Municipal de Sines
a Diretora Regional de Cultura do Alentejo
e o Presidente da Turismo do Alentejo ERT

convidam V. Ex.ª para a inauguração da exposição-dossiê e lançamento do roteiro

FREI MANUEL DO CENÁCULO
O CRIADOR DO PRIMEIRO MUSEU PORTUGUÊS NO BICENTENÁRIO DA SUA MORTE

que terá lugar no Museu Nacional de Arqueologia no dia 18 de maio de 2014, Dia Internacional dos Museus, pelas 16h00

07/05/2014

ARQUEOLOGIA, Património e Museus nos tempos de mudança

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ARQUEOLOGIA, Património e Museus nos tempos da mudança 
9 de Maio de 2014
 Museu Nacional de Arqueologia 

Quatro décadas depois da revolução de 25 de Abril de 1974, torna-se cada vez mais oportuno promover a recolha de fontes documentais e testemunhos em primeira-mão da transformação social profunda por que passou Portugal na década de 1970. No campo das ciências em geral, das ciências humanas e em especial das ciências históricas e patrimoniais, pode dizer-se que está ainda quase tudo por fazer. 

 O Museu Nacional de Arqueologia, na sua condição de Casa Centenária da arqueologia portuguesa, lugar de intersecção de todas as sensibilidades pessoais e de grupo, promove uma Jornada visando o objectivo indicado. Cerca de três de dezenas de actores directos dos acontecimentos e investigadores mais jovens reúnem-se para dizer como viveram os tempos da mudança, a partir das suas respectivas janelas, ou como os sentiram mais tarde, procurando todos realizar também os balanços retrospectivos que o tempo, esse “grande escultor”, já possibilita e para que impele o ofício de historiador.

06/05/2014

Passatempo: Num Instante.... O Património


Está ai... a 7ª edição do passatempo de fotografia Num Instante... O Património!

17 de Abril a 25 de Maio

Está a decorrer mais uma edição do passatempo nacional de fotografia Num instante ... o Património!, organizado pela Direcção-Geral do Património Cultural, desta vez com a parceria da Olhares.com.

A iniciativa integra-se na Experiência Fotográfica Internacional dos Monumentos (EFIM), do Conselho da Europa.

Este passatempo dirige-se a jovens com isades entre os 14 e os 21 anos, de naturalidade portuguesa ou residentes em território nacional, que queiram capturar numa fotografia inédita a beleza do património do nosso país - novos olhares sobre os monumentos e sítios, novas paisagens para os mesmos locais simbólicos, novos ângulos para as mesmas perspectivas históricas...

Para participar, os interessados deverão consultar o Regulamento e depois criar uma conta no site Olhares onde serão inseridas as fotografias a concurso, disponível a partir de dia 17 de Abril.

Os concorrentes terão a oportunidade de ver publicados os seus trabalhos (monumentos ou sítios favoritos) e ainda habilitar-se a ganhar prémiosaliciantes...

O Passatempo decorre até 25 de Maio de 2014.

Apoios: COLORFOTO e ZON OPTIMUS; Media.partners; SAPO.PT

24/04/2014

Dia do Museu Nacional de Arqueologia

Em 2014, foi instituído, pela primeira vez na história do Museu Nacional de Arqueologia, o Dia do Museu Nacional de Arqueologia.

Passará a celebrar-se a 22 de Abril. Recorde-se que foi a 22 de Abril de 1906 que abriu ao público no Mosteiro dos Jerónimos o então Museu Etnológico  Português, por ocasião da realização, em Lisboa, do muito concorrido e divulgado XV Congresso Internacional de Medicina.

Esta data situada cronologicamente entre o dia 18 de Abril - Dia Internacional de Monumentos e Sítios -, e o dia 18 de Maio - Dia Internacional dos Museus -, vai anualmente servir de elo de ligação a duas celebrações, que no caso do Museu Nacional de Arqueologia fazem especial sentido, pois trata-se de Museu Nacional instalado num Monumento Nacional, absolutamente icónico e com estatuto de Património da Humanidade.

Para esta primeira edição, e no espírito da celebração do Dia Internacional de Monumentos e Sítios (18 de Abril) este ano subordinado ao tema "Lugares de Memória", preparámos uma sessão a propósito do "lugar".

Para a iniciativa, realizada em parceria com a Caleidoscópio, foram convidadas as Historiadoras de Arte Maria João Batista Neto e Clara Moura Soares que proferiram a palestra conjunta "Mosteiro dos Jerónimos: Arte, Memória e Idemtidade", as quais são também autoras do recentemente editado livro homónimo.


A abrir a sessão usaram da palavra o Director do Museu Nacional de Arqueologia, António Carvalho e o Editor da Caleidoscópio, Jorge Ferreira.



Após a conferência, um participado debate com as autoras e o público foi animado por Luís Raposo, que no passado tinha também já estudado, com assinalável detalhe, o processo de evolução e instalação do Museu "do Homem Português" na "ala oitocentista" do Mosteiro dos Jerónimos.


21/04/2014

O MNA no Facebook da RPM



Esta semana a Rede Portuguesa de Museus vai dar destaque ao Museu Nacional de Arqueologia. Esperamos pela vossa visita (virtual e presencial) para conhecerem melhor o MNA e as novas exposições. Até breve!

16/04/2014

Lançamento de livro - Convite

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O Museu Nacional de Arqueologia convida todos os interessados a estarem presentes no lançamento do livro "Corpus de Mosaicos Romanos de Portugal - Algarve Este", da autoria de Janine Lancha e Cristina Oliveira, no próximo dia 17 de Abril, pelas 18 horas.