20/02/2014

Convite para lançamento do livro "A Ourivesaria Pré-Histórica do Ocidente Peninsular Atlântico"

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Convite para lançamento do livro "A Ourivesaria Pré-Histórica do Ocidente Peninsular Atlântico" a decorrer no salão nobre do MNA, o dia 24 de Fevereiro de 2014, pelas 18 horas.

17/02/2014

A Peça do mês de Fevereiro

O Museu Nacional de Arqueologia (MNA) possui um acervo de muitos milhares, na verdade centenas de milhar de objectos. Provêm eles de intervenções arqueológicas programadas ou de achados fortuitos, tendo sido incorporados por iniciativa do pr´pprio Museu ou por depósito ou por doação de investigadores e coleccionadores.
Todos os períodos cronológicos e culturais, e também todos os tipos de peças, desde a mais remota Pré-História, até épocas recentes, neste caso com relevo para as peças etnográficas, estão representados no MNA. Às colecções portuguesas acrescentam-se as estrangeiras, igualmente de períodos e regiões muito diversificadas.
O MNA é ainda o museu português que possui no seu acervo a maior quantidade de peças classificadas como "tesouros nacionais".
Existe, pois, sempre motivo de descoberta nas colecções do Museu Nacional de Arqueologia e é esse o sentido da evocação que fazemos, em cada mês que passa.


PEÇA DO MÊS
Barco votivo, nº inv. E 139 (cat. 236) - Egipto antigo

A apresentar por Telo Canhão, em 22 de Fevereiro de 2014, às 15h



O hábito de enterrar os mortos na companhia de um enxoval funerário no antigo Egipto, tinha como finalidade a utilização de todo esse equipamento no Além. Os Egípcios acreditavam que era possível aos seus mortos viverem uma outra vida depois da morte, e que todos os objectos com que eram fechados nos seus túmulos desempenhariam exactamente a mesma função que tinham tido durante a sua existência terrena, para lhes facultar uma permanência de alegria e abundância na Duat, o outro mundo. Por isso se chama a este barco nilótico «barco votivo», pois foi deixado num túmulo por motivos rituais para obter o favor de forças sobrenaturais em que os Egípcios acreditavam, como a heka, a força mágica considerada criativa e pertencente ao demiurgo, que a espalhou por toda a criação. Confiando nelas, supunha-se que ganhasse vida e servisse o defunto no Sekhet-Iaru, o paraíso egípcio, na plenitude da sua funcionalidade, para que nada lhe faltasse.
Mas este pequeno barco de madeira, com 73 cm de comprimento e 37 cm de largura, e os seus oito ocupantes, simboliza uma outra realidade incontornável: o Nilo era a «auto-estrada» do Egipto e por ela todos circulavam na companhia dos mais variados carregamentos. De tal forma que isso deixou marcas indeléveis na escrita egípcia e na maneira de ser dos Egípcios, para além de determinar o óbvio: uma infinidade de diferentes embarcações! Os humanos com as sua cargas, umas vivas outras não, umas vezes em missões de paz outras nem por isso, e os deuses, todos eles se deslocavam no Egipto de barco que, no caso dos das divindades, alguns chegavam a assumir nomes próprios.
Características da construção naútica, algumas que permitem distinguir os barcos nilóticos dos barcos que navegavam nos mares Vermelho e Mediterrâneo, formas de propulsão na água, tipos e funções das embarcações, equipagens e outras características, servirão para desvendar um pouco do mundo maravilhoso que era a navegação no Egipto, e não só no Nilo, como enquadramento à peça do mês aqui proposta.
Feito este envolvimento, será então abordado o belo barco do Museu Nacional de Arqueologia, o «E 139», juntando-se às informações existentes algumas ideias novas, sendo dadas uma série de explicações sobre as características da embarcação e seu equipamento, sobre a fisionomia, o posicionamento e a função das figuras, bem como sobre a provável origem da embarcação e sobre o tipo de madeira de que é feita.


30/01/2014

A orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras apresentam ciclo de recitais no MNA

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A orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras apresentam ciclo de recitais no MNA. O primeiro é já no sábado 6 de Fevereiro e é de Entrada Livre! Não perca esta oportunidade!


Apresentação do livro "OS SELOS DA ROSA"

A Castália, Associação de Autores para a promoção da Cultura e divulgação da Literatura, convida os interessados para a apresentação do livro "OS SELOS DA ROSA", de Ana Pinto, no dia 2 de Fevereiro, Domingo, às 16:00 horas, no Salão Nobre do Museu Nacional de Arqueologia.



A apresentação será feita pela Professora Doutora Maria Teresa Dias Furtado.
Leitura de poemas por João Completo. Momento musical por Isaac Pimenta.

Será servido um Porto de honra.

Contamos com a vossa presença.

Imprensa Nacional-Casa da Moeda divulga património junto dos mais novos

A Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM) apresentou o plano editorial para 2014. Pela primeira vez, a empresa editorial do Estado vai apostar no sector infanto-juvenil. “Uma das funções mais nobres de todas é a formação de novos públicos”, disse ao PÚBLICO Duarte Azinheira, director da unidade de publicações da INCM. 

Os pequenos leitores podem contar com conteúdos a si destinados na documentação dos museus nacionais. “Haverá exposições que, além dos catálogos, terão documentação com conteúdos infanto-juvenis. Pode ser um livro de actividades para crianças, uma interpretação da exposição para um público mais jovem”. 

Neste âmbito, será editado já em Fevereiro O Tempo Resgatado ao Mar, com ilustrações de Danuta Wojciechowska, que servirá de apoio à exposição com o mesmo nome a realizar-se no Museu de Arqueologia, em Lisboa.

20/01/2014

José Leite de Vasconcelos e o Museu Nacional de Arqueologia na Assembelia da República.


O Museu Nacional de Arqueologia tem a honra de convidar todos os interessados a assistirem ao ciclo de painéis dedicados à figura de José Leite de Vasconcelos e ao Museu Nacional de Arqueologia, a decorrerem na Assembleia da República no 1º trimestre de 2014, sempre ás 18h no Auditório do edifício novo.