No próximo dia 12 do corrente, integrado nas comemorações do Museu Nacional de Arqueologia, realiza-se pelas 18h, no Salão Nobre do MNA, o lançamento do livro "Fenícios e púnicos, por terra e mar, I", editado pela Professora Ana Margarida Arruda.
09/12/2013
Lançamento do livro "Fenícios e púnicos, por terra e mar I"
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lançamento de livro
04/12/2013
II Jornadas de Arqueologia do Vale do Tejo
Iniciam-se hoje, dia 4 de Dezembro, as II Jornadas de Arqueologia do Vale do Tejo. Estas contam com mais de uma centena de participantes de Portugal e de Espanha.
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II Jornadas de Arqueologia do Vale do Tejo
03/12/2013
Homenagem a Jürgen Untermann
Decorreu no Museu Nacional de Arqueologia, conforme noticiado neste blogue no dia 26 do passado mês de Novembro de 2013, uma singela homenagem ao insigne epigrafista alemão Jürgen Untermann, por ocasião do seu 85º aniversário de nascimento (Rheinfelden, 24 de Outubro de 1928 - Brauweiler, 7 de Fevereiro de 2013).
Após a apresentação da sinopse biográfica pelo Mestre Pedro Marques, seguiu-se a conferência a cargo do Prof. Doutor Amílcar Guerra, precedida por uma sessão de perguntas e resposta por parte do público assistente.
Recorde-se que este ilustre investigador foi especialista nos estudos das línguas paleohispânicas, designadamente as línguas Lusitana, Ibérica e Celtibérica.
26/11/2013
Homenagem a Jürgen Untermann (1928-2013)
Homenagem a Jürgen Untermann (1928-2013)
Jürgen Untermann, foi um epigrafista alemão de renome internacional,
especialista nos estudos das línguas paleohispânicas, designadamente as
línguas Lusitana, Ibérica e Celtibérica, que, se fosse vivo, completaria
no passado dia 24 de Outubro a idade de 85 anos.
O Museu Nacional de Arqueologia, instituição de referência da Arqueologia
portuguesa, concretiza no próximo dia 27 de Novembro, às 18 horas, uma singela
sessão de homenagem a este insigne erudito, a quem os estudos científicos
epigráficos da Península Ibérica muito devem.
A sessão contará com a participação de Pedro Marques que
apresentará uma sinopse biográfica do homenageado a que
se seguirá uma conferência a cargo do Prof. Doutor Amílcar Guerra,
que trabalhou com o Professor Untermann, e que tem como título "Jürgen
Untermann e as línguas hispânicas".
A sessão, a não perder, é aberta a todos, designadamente a
investigadores e alunos das licenciaturas em Arqueologia e em História e
terá lugar no Salão Nobre do Museu Nacional de Arqueologia, no próximo dia 27
de Novembro, às 18 horas.
25/11/2013
Painel-Debate de Fotografia e Arqueologia
Realiza-se no Museu Nacional de Arqueologia, no dia 26 do corrente, pelas 18h 00, um Painel-Debate com José Pessoa e Luís Raposo, subordinado ao tema Fotografia e Arqueologia.
II Jornadas de Arqueologia do Vale do Tejo
Decorrerão no Museu Nacional de Arqueologia, entre os dias 4 e 7 de Dezembro, as II Jornadas de Arqueologia do Vale do Tejo. Nestas jornadas usarão da palavra diversos especialistas dos diversos períodos históricos.
Consultar aqui o programa detalhado.
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II Jornadas de Arqueologia do Vale do Tejo
21/11/2013
Semana da Ciência e da Tecnologia
Decorre entre 18 e 24 de Novembro a 15.ª edição da Semana da Ciência e da Tecnologia 2013 que culmina no dia 24 de Novembro com a comemoração do Dia Nacional da Cultura Científica. Promovida pela Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, tem como objectivo proporcionar ao público em geral a participação em actividades científicas em todo o país, convocando um vasto leque de instituições a associar-se ao evento.
O Museu Nacional de Arqueologia participará com uma jornada de portas abertas, convidando o público a conhecer o trabalho desenvolvido no Laboratório de Conservação e Restauro do Museu Nacional de Arqueologia (LCR - MNA) em conversa e demonstrações orientadas pelas conservadoras-restauradoras Margarida Santos e Rita Matos. O LCR - MNA ocupa-se da conservação e restauro de espólio arqueológico pertencente ao acervo do MNA ou de outras entidades, no âmbito de planos de actividades e de programas gerais de cooperação interinstitucional. Intervém em matéria de conservação e restauro de objectos metálicos, cerâmicos, líticos, vítreos, orgânicos ou outros.
As visitas terão lugar no dia 23 de Novembro (sábado), entre as 15h00 e as 17h00 (três sessões, das 15h00 às 15h30, das 15h45 às 16h15 e das 16h30 às 17h00), sob marcação prévia obrigatória através do e-mail laboratorio@mnarqueologia.dgpc.pt, dependendo a sua realização de um número mínimo de 6 (seis) participantes. As inscrições para as sessões de dia 23 terminam 5.ª feira, 21de Novembro.
O local de encontro é a recepção da entrada principal do museu. No sítio na internet da Agência Ciência Viva poderá consultar todos os eventos da Semana da Ciência e da Tecnologia 2013.
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Semana da Ciência e da Tecnologia
19/11/2013
Curso de Introdução - "Pompa Mughal, Circunstância Indiana; esplendores da dinastia Mughal no subcontinente indiano"
CURSO
DE INTRODUÇÃO
“POMPA MUGHAL, CIRCUNSTÂNCIA
INDIANA”
29
e 30 de Novembro de 2013
Álvaro
Figueiredo
POMPA MUGHAL, CIRCUNSTÂNCIA
INDIANA: esplendores da dinastia Mughal no subcontinente
indiano
Dias 29-30 de Novembro, das
10h00 às 17h30, Museu Nacional de
Arqueologia
Babur, um príncipe de
Ferghana no Uzbequistão, descendente de Timur e de Jenghis Khan, fundou uma
dinastia de imperadores que governaram uma grande parte do Afeganistão e do
subcontinente indiano durante os séculos XVI-XVIII, e que foram descritos pelos
seus contemporâneos portugueses e europeus como Grandes Mughal. Durante o
decorrer deste curso de dois dias, teremos oportunidade de reviver a pompa e o
esplendor da Corte Mughal através da literatura, arte e arquitectura de um dos
períodos mais gloriosos da história do subcontinente. Diários e outras obras
literárias de alguns soberanos e membros da sua família, revelam-nos dados
importantes sobre a vida de indivíduos de um enorme talento e de uma grande
sofisticação artística e intelectual, com uma profunda paixão pelas artes,
ciências e religião. O curso desenvolve-se em torno do reinado dos seis
primeiros grandes imperadores (Babur, Humayun, Akbar, Jahangir, Shah Jahan e
Aurangzeb) entre o nascimento de Babur, em 1483, e a morte de Aurangzeb em 1707,
documentado por textos literários da época, pela arte da iluminura de
manuscritos Mughal, por relatos contemporâneos de viagem e por exemplos da
arquitectura Mughal. Teremos ainda oportunidade de observar como entre os
membros mais notáveis da família imperial se encontravam algumas das suas
mulheres, tal como Gulbadan, irmã de Humayun, autora do Humayun-nama, ou Nur Jahan, esposa de
Jahangir, mulher de uma enorme sofisticação e poder político, ou ainda a culta
Jahanara, filha de Shah Jahan, autora de várias obras literárias e mecenas das
artes e da arquitectura. O curso termina com uma perspectiva sobre o reinado do
último soberano, Bahadur Shah II “Zafar”, que, fiel à tradição dos seus
antepassados Mughal, foi um grande poeta e místico, tendo presidido a um período
de renascimento literário e musical durante o qual floresceram os últimos
grandes poetas de tradição Mughal, como Mirza Ghalib. Em 1857, a sua deposição pelos
britânicos, seguida de um êxilio forçado no ano seguinte, marcou o fim da
dinastia Mughal e de uma época única na história do subcontinente indiano.
Organização: GAMNA
Local: Sala
Bustorff do Museu
Nacional de Arqueologia, Praça do Império, Lisboa
Custo: 75,00
euros;
50,00 euros para membros do GAMNA / CNC / SPE
35,00 euros para estudantes e 2ºs familiares de membro do GAMNA
50,00 euros para membros do GAMNA / CNC / SPE
35,00 euros para estudantes e 2ºs familiares de membro do GAMNA
Inscrição/lugares limitados
Informações/Inscrições
D.Adília
Antunes
Tel. 21 3620000;
Fax. 21 3620016
E-mail: grupoamigos@mnarqueologia.dgpc.pt
Informações/Inscrições
D.
Tel. 21 3620000;
Fax. 21 3620016
E-mail: grupoamigos@mnarqueologia.dgpc.pt
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Curso de Introdução
Peça do mês de Novembro
O Museu Nacional de Arqueologia (MNA) possui um
acervo de muitos milhares, na verdade centenas de milhares, de objectos. Provêm
eles de intervenções arqueológicas programadas ou de achados fortuitos, tendo
sido incorporados por iniciativa do próprio Museu ou por depósito ou por doação
de investigadores e coleccionadores.
Todos os períodos cronológicos e culturais, e
também todos os tipos de peças, desde a mais remota Pré-História até épocas
recentes, neste caso com relevo para as peças etnográficas, estão representados
no MNA. Às colecções portuguesas acrescentam-se as estrangeiras, igualmente de
períodos e regiões muito diversificadas.
O MNA é ainda o museu português que possui no
seu acervo a maior quantidade de peças classificadas como “tesouros nacionais”.
Existe, pois, sempre motivo de descoberta nas
colecções do Museu Nacional de Arqueologia e é esse o sentido da evocação que
fazemos, em cada mês que passa, e renovadamente no ano de 2013, em que o MNA celebra o seu
120º aniversário de fundação.
A peça do mês
Serpente solarizada, nº inv. E 191
(cat. 73) – Egipto antigo
A apresentar por José Sales , em 23 de
Novembro de 2013 às 15h
As representações serpentiformes e os cultos
ofiolátricos são fenómenos frequentes nas terras onde se desenvolveram as
civilizações do Médio Oriente antigo. Como animal que se esconde na terra e que
muda de pele, é habitual a serpente ser associada nessas civilizações à
actividade agrária, à fertilidade, à regeneração e à imortalidade, assumindo um
lugar de relevo nas suas crenças, mitos, práticas de magia e encantamentos.
No Egipto antigo, onde se distinguiam 37 tipos
de serpentes, a serpente (hefau) não
era mais do que a materialização da incarnação de um poder sobre-humano com
força destruidora, sendo também símbolo de uma ideia de poder, imortal, do mal.
A serpente era, por isso, um signo polivalente que se socorria de uma linguagem
simbólica, mais ou menos complexa, para exprimir as suas várias facetas.
Uma das vertentes mais exploradas no âmbito da
mitologia egípcia explora a sua relação com o Sol, sendo a mordedura do animal
associada à queimadura solar. Resultado de esta associação produzida pela
cosmovisão egípcia, a serpente é um ornamento profiláctico ao serviço dos
deuses, do faraó e das próprias construções arquitectónicas. A serpente é mesmo
o animal mais representado na antiga arte egípcia.
São
numerosos os exemplos de divindades-serpente que se podem encontrar na
mitologia egípcia, zoomorfas ou bimórficas (corpo humano com cabeça animal ou
mesmo corpo animal com cabeça humana): Uadjit, Meretseger, Renenutet,
Hetepes-Sekhus, Upset, Apopis, Neheb-Kau, Agathodaimon, as deusas com cabeça de
serpente da Ogdóade hermopolitana (Nunet, Hehet, Kuket e Amonet), etc.
A
serpente «em posição de alerta» (em egípcio
iaret; em latim uraeus),
excitada, pronta a desferir o seu ataque, com ou sem disco solar, constitui um
motivo iconográfico-artístico com inúmeras utilizações e representações,
praticamente desde o início da história egípcia até ao período romano.
O
Além egípcio, tal como nos é apresentado pelas decorações dos túmulos do Vale
dos Reis, estava repleto de serpentes, algumas gigantescas, com braços, pernas,
cabeças humanas, asas, cuspindo «fogo».
A
uraeus solarizada do MNA, de pescoço
tumefacto, em madeira pintada, com 16 cm de altura por 4,3 cm de largura, datada
dos séculos XI-VIII a.C. (III Período
Intermediário), apresenta as suas cores já muito esbatidas. No entanto, a
simbologia das cores e dos materiais constitui também um elemento de destaque no
âmbito da dimensão simbólica que este animal-signo apresentava no antigo
Egipto. Esta vertente é particularmente importante na joalharia e nos relevos
pintados.
O Museu Nacional de Arqueologia no Festival IN
O Museu Nacional de Arqueologia esteve presente no Festival IN que decorreu na FIL, entre os dias 14 e 17 de Novembro de 2013, com um programa recheado de eventos: palestras, conferências, ateliês, divulgação....
A equipa portuguesa do Projeto EMEE esteve igualmente presente com a comunicação "Um objeto, muitas visões", dedicada ao biface de Milharós e com jogos de tabuleiro através da História.
| O stand do MNA |
| O stand do MNA |
| A 1ª Dama visita o stand do MNA |
| Ateliê: O Colar do Guerreiro |
| Ateliê: Murmúrios de há 5 000 Anos |
| Um Objecto, Muitas Visões: O Biface de Milharós |
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| Um Objecto, Muitas Visões: O Biface de Milharós |
| Um Objecto, Muitas Visões: Busto de Dionísio |
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| Jogos de Tabuleiro Através da História: Alquerque |
| Jogos de Tabuleiro Através da História: Senet |
| 120 Anos a Celebrar o HOMEM PORTUGUÊS |
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